Amei-te desde o primeiro momento,
Não foi preciso dizer nada, amei e pronto!
Teu jeito meigo, carinhoso, romântico,
Minha atenção despertou.
Vou te amar até o momento que eu decidir,
Porque, para te amar não preciso de regras,
Não preciso nem ao menos que me você ame,
Pois tenho amor suficiente para nós dois.
Mas caso queira me amar, estarei aqui,
Pronta para te servir,
Pois o meu querer é simples e sem artifícios.
Amar-te para mim...
É uma entrega absoluta sem qualquer barreira,
Mesmo que você me magoe, me fira,
Vou continuar te amando,
Pois te amar é uma dádiva,
Não um dever, uma obrigação,
Amo-te simplesmente!
Júlia, você é uma mulher fantástica, deslumbrante, maravilhosa, perfeita, entre muitas outras qualidades. É por isso que eu te amo, do jeitinho que você é. Completando uma semana de namoro, hoje. Espero que sejam muitas essas semanas, muitos os meses e muitos os anos que sejamos eternos namorados. Quero realizar todos os seus sonhos, de criança, adolescente, adulta e velhinha. E prometo, nunca te abandonar, sempre que precisar, eu estarei do seu lado, te dando a mão. Para o resto de minha vida. Distância e tempo, não são impasses para o meu amor por você. Te amo, mais que tudo nesse mundo.
Felipe Leroy
sábado, 21 de novembro de 2009
Oh Christ, I told you twice!
Ultimamente, percebi um fato interessante. Interessante, mas não muito animador. Pois bem, a cada dia que se passa eu percebo que as pessoas perto de mim estão se distanciando. É. Distanciando-se pois a fulana arrumou um namorado e por isso não vive mais ao lado da ciclana como antes, e aí a ciclana agora conversa mais com a beltrana, que por sua vez também tem um namorado, mas a relação dos dois tem seus pormenores, e por esses pormenores uma segunda fulana já observou e já contou à beltrana o que ela acha, a beltrana não gostou muito pois a segunda fulana nada tem a ver com isso. Realmente, a segunda fulana nada tem a ver com isso. Aí uma segunda ciclana vem me contar sobre uns fatos da vida que fizeram a beltrana questioná-la, o fulano parar de falar com ela direito e tal. E aí eu falo para a segunda ciclana que ela não tem de se guiar na vida pelo que a beltrana e o fulano acham que ela deve fazer, e que eu não sou quem vai ditar à ela o que ela deve fazer. Porque eu sei BEM que a segunda fulana, a segunda ciclana, o fulano, a fulana, todos eles sabem bem o que acontece com eles. E por isso mesmo sabem de todos os pormenores que os rodeiam. E por isso mesmo, ninguém tem o direito de sair questionando o que fazem da vida. Aconselhar, opinar, quem sabe. Questionar e querer mandar, jamais. Afinal, quem é ciclano para ditar a vida de beltrano? Hum?
Falta ao ser esse conceito de coletivo, por assim dizer. De se colocar nos sapatos da outra pessoa, de considerar o que ela pode estar passando, de respeitar, cara. Não vamos a lugar nenhum achando coisas sobre o que os outros devem ou devem deixar de fazer. E a confiança uns nos outros vai para onde, desse tipo? É o único problema do mundo, as pessoas pensarem que tudo gira ao seu redor, que o que fazem só influencia a si mesmos. É meu problema também, certas vezes. Posso ser bem egoísta e admito. Só admitir não vale de nada, porém. Entendem como é?
Tem dias que não sei se estou fazendo o que deveria fazer da vida. É.
Frase famosa:
"Viver o mais intensamente, arriscar sempre. Se tivesse 100 anos para viver, eu ainda não teria tempo para fazer tudo o que quero fazer." - James Dean.
Trilha sonora:
"Você diz que sempre cumpre sua palavra
Mostre-me do que você está atrás
Pensei que você me prometera o mundo
Conte-me do que você está atrás
Não quero levar isso muito longe
Porque aqui estamos, esperando novamente
Você diz que sempre cumpre sua palavra
Mostre-me do que você está atrás
Só um pouco mais rápido"
- A Little Faster (There For Tomorrow)
Falta ao ser esse conceito de coletivo, por assim dizer. De se colocar nos sapatos da outra pessoa, de considerar o que ela pode estar passando, de respeitar, cara. Não vamos a lugar nenhum achando coisas sobre o que os outros devem ou devem deixar de fazer. E a confiança uns nos outros vai para onde, desse tipo? É o único problema do mundo, as pessoas pensarem que tudo gira ao seu redor, que o que fazem só influencia a si mesmos. É meu problema também, certas vezes. Posso ser bem egoísta e admito. Só admitir não vale de nada, porém. Entendem como é?
Tem dias que não sei se estou fazendo o que deveria fazer da vida. É.
Frase famosa: "Viver o mais intensamente, arriscar sempre. Se tivesse 100 anos para viver, eu ainda não teria tempo para fazer tudo o que quero fazer." - James Dean.
Trilha sonora:
"Você diz que sempre cumpre sua palavra
Mostre-me do que você está atrás
Pensei que você me prometera o mundo
Conte-me do que você está atrás
Não quero levar isso muito longe
Porque aqui estamos, esperando novamente
Você diz que sempre cumpre sua palavra
Mostre-me do que você está atrás
Só um pouco mais rápido"
- A Little Faster (There For Tomorrow)
Endereço novo, layout novo, espero que gostem :)
Baseei-me num layout que já usei antes, e eu simplesmente AMAVA aquele layout :B
Assim fica mais clean, mais cool. HAHA
Beijos, pessoas.
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domingo, 15 de novembro de 2009
Can we get away?
Far away...
Let's leave this place
Will you come with me?
Are you down...
To turn your world around
Its you and me tonight...
Leave it all behind
Let's go for a ride...
Let's leave this place
Will you come with me?
Are you down...
To turn your world around
Its you and me tonight...
Leave it all behind
Let's go for a ride...
Há coisas na vida que acontecem da forma mais inusitada.
E são essas coisas que fazem a maior diferença, na maioria das vezes.
E é por essas coisas que ultimamente eu acordo todo dia com um sorriso no rosto. Não consigo tirar tal sensação da minha cabeça. E não quero, evidentemente. Quero que permaneça assim. É quase uma animação suspensa, tudo parece efêmero e simples, assim como eu discursei posts atrás.
AH, adoro muito tudo isso.
Eu voltarei ao mundo blogueiro, voltarei a digitar textos intermináveis, contar da vida como eu contava antes, voltarei a comentar no blog de todo mundo, voltarei porque sinto falta dos amigos blogueiros :B HAHA, eu adoro todos vocês, não esqueçam. Beijos, sejam felizes /o/
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terça-feira, 10 de novembro de 2009
Trailer de filme.
A trilha sonora é Madina Lake, com Me vs The World.
A garota está parada perto de um poste de luz, observando a rua, e depois olhando para o céu. Um flash, e a cena muda para um garoto andando na rua com as mãos nos bolsos, passando perto de uma briga entre gangues, vestido formalmente, mas com a gravata frouxa no pescoço. Ele olha para frente e encara o espectador, mais um flash e a garota reaparece, agora vista de perfil, olhando para frente e então virando-se rapidamente para também encarar o espectador. Outro flash, o refrão da música começa, os dois aparecem em pé no telhado de um prédio, com o vento levantando os cabelos dela e fazendo a camiseta dele ondular. Eles olham adiante, para os outros prédios da cidade, depois olham um para o outro, dão as mãos e se jogam do prédio. O garoto acorda em sua cama, suando frio, olha para os lados e se convence de que foi um sonho. ELe olha para o chão e nada vê. O refrão da música acaba, o garoto desaba sobre o travesseiro. Um flash mais sutil, e agora são lembranças do garoto que passam pela tela. Primeiro, ele e a garota estão andando pelo corredor, conversando. Segundo, estão sentados à mesa de uma pizzaria, e suas mãos se tocam. Terceiro, estão agora à frente de uma casa, e a garota se adianta para a porta. O garoto hesita, ela lhe dá as costas, ele a segura pelo braço e a puxa para si. O beijo termina com outro flash, que é transformado na luz de um holofote, e o refrão da música volta. A garota está de braços com outro garoto, vestindo a rigor, e flashes de câmeras fotográficas disparam por todo lado. O garoto de antes está num canto, observando a cena. Ele sai dali, uma outra garota tenta interceptá-lo, puxando sua gravata. Ele a ignora e sai para a rua com a gravata frouxa. A garota de antes está se divertindo com o outro garoto, quando o vê tirando o celular do bolso, lendo uma mensagem. Após ler o que estava escrito, a garota encara-o com raiva e o deixa lá, saindo para a rua até encontrar uma esquina. Uma quadra adiante, o garoto vinha andando, se distanciando da briga das gangues. Eles se encaram, um de cada lado da rua. O sinal se fecha, e não há nenhum carro na rua. O garoto espera. A garota estende uma mão. Ele nada faz. Ela anda devagar em direção ao meio da rua, o garoto a ignora, virando a cara para a rua. A garota coloca a mão sobre o peito e para, sem perceber que o sinal logo abriria. O garoto vê um carro embalado, olha para a garota e corre até ela, abraçando-a e carregando-a até a calçada, pouco antes do carro passar. Os dois caem no chão. A música acaba. Ela olha para ele, surpresa. Ele lhe retribui o olhar, aliviado. O beijo não acontece. Surge uma frase em letras prateadas ao passo que a imagem desaparece para o preto: "Acaso ou destino".
Nem sei de onde surgiu isso. Mas eu gostei.
Trilha: Madina Lake.
A garota está parada perto de um poste de luz, observando a rua, e depois olhando para o céu. Um flash, e a cena muda para um garoto andando na rua com as mãos nos bolsos, passando perto de uma briga entre gangues, vestido formalmente, mas com a gravata frouxa no pescoço. Ele olha para frente e encara o espectador, mais um flash e a garota reaparece, agora vista de perfil, olhando para frente e então virando-se rapidamente para também encarar o espectador. Outro flash, o refrão da música começa, os dois aparecem em pé no telhado de um prédio, com o vento levantando os cabelos dela e fazendo a camiseta dele ondular. Eles olham adiante, para os outros prédios da cidade, depois olham um para o outro, dão as mãos e se jogam do prédio. O garoto acorda em sua cama, suando frio, olha para os lados e se convence de que foi um sonho. ELe olha para o chão e nada vê. O refrão da música acaba, o garoto desaba sobre o travesseiro. Um flash mais sutil, e agora são lembranças do garoto que passam pela tela. Primeiro, ele e a garota estão andando pelo corredor, conversando. Segundo, estão sentados à mesa de uma pizzaria, e suas mãos se tocam. Terceiro, estão agora à frente de uma casa, e a garota se adianta para a porta. O garoto hesita, ela lhe dá as costas, ele a segura pelo braço e a puxa para si. O beijo termina com outro flash, que é transformado na luz de um holofote, e o refrão da música volta. A garota está de braços com outro garoto, vestindo a rigor, e flashes de câmeras fotográficas disparam por todo lado. O garoto de antes está num canto, observando a cena. Ele sai dali, uma outra garota tenta interceptá-lo, puxando sua gravata. Ele a ignora e sai para a rua com a gravata frouxa. A garota de antes está se divertindo com o outro garoto, quando o vê tirando o celular do bolso, lendo uma mensagem. Após ler o que estava escrito, a garota encara-o com raiva e o deixa lá, saindo para a rua até encontrar uma esquina. Uma quadra adiante, o garoto vinha andando, se distanciando da briga das gangues. Eles se encaram, um de cada lado da rua. O sinal se fecha, e não há nenhum carro na rua. O garoto espera. A garota estende uma mão. Ele nada faz. Ela anda devagar em direção ao meio da rua, o garoto a ignora, virando a cara para a rua. A garota coloca a mão sobre o peito e para, sem perceber que o sinal logo abriria. O garoto vê um carro embalado, olha para a garota e corre até ela, abraçando-a e carregando-a até a calçada, pouco antes do carro passar. Os dois caem no chão. A música acaba. Ela olha para ele, surpresa. Ele lhe retribui o olhar, aliviado. O beijo não acontece. Surge uma frase em letras prateadas ao passo que a imagem desaparece para o preto: "Acaso ou destino".
Nem sei de onde surgiu isso. Mas eu gostei.
Trilha: Madina Lake.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Se você quer que eu espere,
eu esperarei por você.
Se você me disser para ficar,
eu ficarei com toda certeza.
Se você não quiser dizer absolutamente nada,
eu estou feliz só imaginando.
Wondering - Good Charlotte
Essa música foi uma das primeiras a tocar no blog.
A letra é incrivelmente simples, de forma que eu a sei de cor até hoje. Simples, mas diz tudo que eu precisava ouvir na primeira vez que a ouvi. Até hoje, quando a ouço, alguma coisa nela parece encaixar. Por isso eu resolvi postá-la aqui hoje. A simplicidade das coisas me parece mais... Ah... "Percebível", ultimamente. Dias atrás, eu estava me mordendo por questões fúteis. Agora, eu consigo admitir que eram questões fúteis sem me morder. HAHA. E aí, uma felicidade inexplicável me acomete. E eu não estou nem aí para o motivo dela. Drummond já dizia, "Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade". E ah, como Drummond estava certo. Meses atrás eu escrevi aqui sobre como parei de procurar pela felicidade, como percebi que não é algo que se procure, é algo que simplesmente se sente, simplesmente se é, algo que não precisa ter motivo, e é melhor que não tenha. É melhor que seja inexplicável, que seja impossível, que seja improvável.
Quando é dito que algo é inexplicável, impossível, improvável, atribui-se ao "algo" uma soberania, por assim dizer. Uma grandeza. E aí, aceita-se o inexplicável, impossível, improvável como algo maior que você, algo que lhe conforta, talvez.
Porém, a reação pode muito bem ser outra. O que é impossível e/ou improvável gera a curiosidade, a vontade de se descobrir, de por à prova a aclamada impossibilidade e/ou improbabilidade. Esse "querer descobrir" amplia o seu senso de realidade. Faz com que você acredite no que há além, queira saber o que há além. Ampliando-se a realidade, há mais coisas para imaginar, para sonhar, para desejar. E aí você também quer explicar o inexplicável.
Não é preciso desistir de algo quando reconhece-se a inexplicabilidade, impossibilidade e improbabilidade deste "algo". Não precisa-se crer que tais três condições existam, afinal de contas. Afinal, se nada for inexplicável, impossível e improvável, tudo está ao nosso alcance.
O mundo é nosso.
A vida é nossa.
A felicidade é nossa.
Tudo passa a parecer simples. Simples como as gotas de chuva, como um beijo apaixonado, como palavras lidas numa tela de computador. Simples e adorável. Simples e acreditável, imaginável, alcançável. Simples e... Feliz.
Não sei se esse meu texto fez algum sentido, espero que tenha feito, porém.
A questão é que estou feliz e quero que todo mundo seja feliz também.
Que frase infantil, oh.
Opa, cheiro de grama molhada. CHUVA *-*
Se você me disser para ficar,
eu ficarei com toda certeza.
Se você não quiser dizer absolutamente nada,
eu estou feliz só imaginando.
Wondering - Good Charlotte
Essa música foi uma das primeiras a tocar no blog.
A letra é incrivelmente simples, de forma que eu a sei de cor até hoje. Simples, mas diz tudo que eu precisava ouvir na primeira vez que a ouvi. Até hoje, quando a ouço, alguma coisa nela parece encaixar. Por isso eu resolvi postá-la aqui hoje. A simplicidade das coisas me parece mais... Ah... "Percebível", ultimamente. Dias atrás, eu estava me mordendo por questões fúteis. Agora, eu consigo admitir que eram questões fúteis sem me morder. HAHA. E aí, uma felicidade inexplicável me acomete. E eu não estou nem aí para o motivo dela. Drummond já dizia, "Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade". E ah, como Drummond estava certo. Meses atrás eu escrevi aqui sobre como parei de procurar pela felicidade, como percebi que não é algo que se procure, é algo que simplesmente se sente, simplesmente se é, algo que não precisa ter motivo, e é melhor que não tenha. É melhor que seja inexplicável, que seja impossível, que seja improvável.
Quando é dito que algo é inexplicável, impossível, improvável, atribui-se ao "algo" uma soberania, por assim dizer. Uma grandeza. E aí, aceita-se o inexplicável, impossível, improvável como algo maior que você, algo que lhe conforta, talvez.
Porém, a reação pode muito bem ser outra. O que é impossível e/ou improvável gera a curiosidade, a vontade de se descobrir, de por à prova a aclamada impossibilidade e/ou improbabilidade. Esse "querer descobrir" amplia o seu senso de realidade. Faz com que você acredite no que há além, queira saber o que há além. Ampliando-se a realidade, há mais coisas para imaginar, para sonhar, para desejar. E aí você também quer explicar o inexplicável.
Não é preciso desistir de algo quando reconhece-se a inexplicabilidade, impossibilidade e improbabilidade deste "algo". Não precisa-se crer que tais três condições existam, afinal de contas. Afinal, se nada for inexplicável, impossível e improvável, tudo está ao nosso alcance.
O mundo é nosso.
A vida é nossa.
A felicidade é nossa.
Tudo passa a parecer simples. Simples como as gotas de chuva, como um beijo apaixonado, como palavras lidas numa tela de computador. Simples e adorável. Simples e acreditável, imaginável, alcançável. Simples e... Feliz.
Não sei se esse meu texto fez algum sentido, espero que tenha feito, porém.
A questão é que estou feliz e quero que todo mundo seja feliz também.
Que frase infantil, oh.
Opa, cheiro de grama molhada. CHUVA *-*
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
Três é demais.
- Bom dia, boa tarde ou boa noite! - saudou Fábia.
- Que efusiva você - observou Greg, medindo Fábia da cabeça aos pés.
- Você soa deprimente - comentou Alice.
- Ele é um assassino e está assim porque eu briguei com ele - respondeu Mona.
- Não saia contando aos outros!
- Assassino? Qual sua arma favorita? - os olhos de Alice brilhavam enquanto ela puxava Greg para um canto e começava uma conversa sobre pólvora. Mona adiantou-se para chamá-lo de volta quando Lisa apareceu para interceptá-la.
- Ouvi dizer que você escreve bem, não quer me dar algumas dicas? - perguntou ela com um sorriso amigável. As duas saíram conversando, sob os olhares de Ícaro e Fabrício.
- Mulheres...
- Hunf.
- Não deem atenção à eles! - riu-se Fábia. - A situação é a seguinte: todos nós resolvemos nos reunir hoje para comemorar o aniversário de três anos do ooh-mygod!
- O aniversário foi ontem, mas a galera da Incógnita tinha pedido férias e por isso demoraram a chegar aqui - explanou Maria Helena, olhando de canto para Greg e depois para Mona.
- Ah, vê se não reclama, você é uma das novatas por aqui... - murmurou Code, entre bocejos.
- Tenha modos - replicou Uli, dando-lhe um soco nas costelas.
- Você nem é da nossa história! - exclamou Lena, defendendo Code.
- Como vocês podem ver, somos todos uma grande família feliz - ironizou Otto.
- Mas o importante é que todos fazemos parte do legado do blog, e hoje viemos fazer uma participação especial - concluiu Cátia, com um sorriso largo.
- O povo da Mystique disse que não podia vir porque eles são muito reservados, sabe - comentou Matt, terminando um cigarro.
- E nós respeitamos eles, é claro - disse Ícaro.
- Eles são os pioneiros, afinal... - concordou Rob.
- NÃO FUJAM DO ASSUNTO! - berrou Fábia. Alice parou abruptamente seu discurso sobre dinamite e levou a mão ao revólver, Fabrício puxou Cátia para longe de Fábia, Mona e Lisa se entreolharam e Otto, Uli e Rob caíram na risada.
- O que ela quer gentilmente dizer é que o blog ontem fez três anos, e por mais que os comentários tenham diminuído recentemente, a autora estima muito seus visitantes assim como estima a nós, seus personagens, e por isso mesmo nos colocou aqui para comemorar a data - explicou Marc dócil e calmamente, abraçando Fábia pela cintura. Code olhou de Matt para Alice, abriu um sorriso fino e saiu correndo até a moça, agarrando-a.
- Isso não foi uma deixa para você sair atrás dela, seu vampiro pervertido! - bradou Matt, pisando violentamente no cigarro que jogara no chão minutos antes.
- Ora, mas seu... - começou Code, partindo para cima de Matt, os caninos pontiagudos aparecendo.
- Não... Fujam... Assunto... - murmurou Fábia, Marc sorriu, esperando acalmá-la, ao passo que Greg, Fabrício e Rob tentavam apartar a briga de Matt e Code. Lisa ria da situação, Alice olhava para ambos com uma expressão de reprovação, e Lena acompanhava os movimentos dos rapazes com os olhos, antes da briga aumentar e ela acabar sendo carregada junto. Marc chamou as outras moças para perto de Fábia, para que ficassem longe da briga. Alice respirou fundo.
- Então né. Feliz aniversário, ooh-mygod - finalizou ela, sorrindo de orelha a orelha diante da cena.
Alice, Matt, Lena e Code pertencem a Society;
Greg e Mona pertencem a Incógnita;
Fábia, Marc, Rob, Uli (Camilla) e Otto pertencem a RE:Conspiração;
Cátia, Maria Helena e Fabrício pertencem a Hellhound Gang;
Lisa e Ícaro pertencem a Doodles and Sketches;
e todos eles pertencem a mim :D
Em nenhum outro blog a data de finados é um dia tão feliz.
Aliás, eu não havia percebido que o blog faz aniversário no dia de finados até agora.
Bom, que venham mais três, dez, trinta e três, infinitos anos.
Beijos, leitores meus :)
- Que efusiva você - observou Greg, medindo Fábia da cabeça aos pés.
- Você soa deprimente - comentou Alice.
- Ele é um assassino e está assim porque eu briguei com ele - respondeu Mona.
- Não saia contando aos outros!
- Assassino? Qual sua arma favorita? - os olhos de Alice brilhavam enquanto ela puxava Greg para um canto e começava uma conversa sobre pólvora. Mona adiantou-se para chamá-lo de volta quando Lisa apareceu para interceptá-la.
- Ouvi dizer que você escreve bem, não quer me dar algumas dicas? - perguntou ela com um sorriso amigável. As duas saíram conversando, sob os olhares de Ícaro e Fabrício.
- Mulheres...
- Hunf.
- Não deem atenção à eles! - riu-se Fábia. - A situação é a seguinte: todos nós resolvemos nos reunir hoje para comemorar o aniversário de três anos do ooh-mygod!
- O aniversário foi ontem, mas a galera da Incógnita tinha pedido férias e por isso demoraram a chegar aqui - explanou Maria Helena, olhando de canto para Greg e depois para Mona.
- Ah, vê se não reclama, você é uma das novatas por aqui... - murmurou Code, entre bocejos.
- Tenha modos - replicou Uli, dando-lhe um soco nas costelas.
- Você nem é da nossa história! - exclamou Lena, defendendo Code.
- Como vocês podem ver, somos todos uma grande família feliz - ironizou Otto.
- Mas o importante é que todos fazemos parte do legado do blog, e hoje viemos fazer uma participação especial - concluiu Cátia, com um sorriso largo.
- O povo da Mystique disse que não podia vir porque eles são muito reservados, sabe - comentou Matt, terminando um cigarro.
- E nós respeitamos eles, é claro - disse Ícaro.
- Eles são os pioneiros, afinal... - concordou Rob.
- NÃO FUJAM DO ASSUNTO! - berrou Fábia. Alice parou abruptamente seu discurso sobre dinamite e levou a mão ao revólver, Fabrício puxou Cátia para longe de Fábia, Mona e Lisa se entreolharam e Otto, Uli e Rob caíram na risada.
- O que ela quer gentilmente dizer é que o blog ontem fez três anos, e por mais que os comentários tenham diminuído recentemente, a autora estima muito seus visitantes assim como estima a nós, seus personagens, e por isso mesmo nos colocou aqui para comemorar a data - explicou Marc dócil e calmamente, abraçando Fábia pela cintura. Code olhou de Matt para Alice, abriu um sorriso fino e saiu correndo até a moça, agarrando-a.
- Isso não foi uma deixa para você sair atrás dela, seu vampiro pervertido! - bradou Matt, pisando violentamente no cigarro que jogara no chão minutos antes.
- Ora, mas seu... - começou Code, partindo para cima de Matt, os caninos pontiagudos aparecendo.
- Não... Fujam... Assunto... - murmurou Fábia, Marc sorriu, esperando acalmá-la, ao passo que Greg, Fabrício e Rob tentavam apartar a briga de Matt e Code. Lisa ria da situação, Alice olhava para ambos com uma expressão de reprovação, e Lena acompanhava os movimentos dos rapazes com os olhos, antes da briga aumentar e ela acabar sendo carregada junto. Marc chamou as outras moças para perto de Fábia, para que ficassem longe da briga. Alice respirou fundo.
- Então né. Feliz aniversário, ooh-mygod - finalizou ela, sorrindo de orelha a orelha diante da cena.
Alice, Matt, Lena e Code pertencem a Society;
Greg e Mona pertencem a Incógnita;
Fábia, Marc, Rob, Uli (Camilla) e Otto pertencem a RE:Conspiração;
Cátia, Maria Helena e Fabrício pertencem a Hellhound Gang;
Lisa e Ícaro pertencem a Doodles and Sketches;
e todos eles pertencem a mim :D
Em nenhum outro blog a data de finados é um dia tão feliz.
Aliás, eu não havia percebido que o blog faz aniversário no dia de finados até agora.
Bom, que venham mais três, dez, trinta e três, infinitos anos.
Beijos, leitores meus :)
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Incógnita,
RE:Conspiração,
Society
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Diálogo para quê?
Há situações que dispensam palavras. Um simples suspiro mais longo, um singelo olhar, um breve aceno. Até mesmo a desajeitada ação de deixar cair as chaves da mão antes de abrir a porta. Poderiam ser substituídas por palavras, evidentemente. Mas há certas coisas, que apenas as palavras não dizem. O que realmente "diz" é a forma como se fala, a forma como se traduz o significado do que precisa ser dito. Chega a ser tão relativo quanto o tempo. Um "olá" pode significar um "adeus", dependendo da boca que o pronuncia, ou da mão que o escreve. Perdi algum tempo divagando sobre as palavras enquanto entrava em casa, mal olhando para os lados, passando reto pela porta da cozinha, virando no corredor, entrando no quarto e me encostando na porta depois de fechá-la. Uma sensação estranha me subia pela garganta. Digo estranha pois eu ainda não sei como classificar o que me acometeu. A breve conversa que eu acabara de experimentar fora o bastante para fazer meu coração dar pulos? Que raio de garota emocional eu me tornei? Foram tão poucas palavras, e agora eu extraía delas um significado tão grande que me fazia querer sair saltitando pelo primeiro campo florido que aparecesse na minha frente. O que eu não entendia era essa profundidade absurda que os poucos gestos de momentos antes haviam adquirido, gestos mais breves que as próprias palavras. O celular voltou a vibrar no meu bolso, simplesmente o tirei de lá e arremessei-o sobre a cama. Corri à janela. Na verdade não corri, mas tudo ao meu redor parecia tão suave e efêmero ao meus olhos que eu poderia muito bem ter corrido e não ter percebido. Abri a janela e debrucei-me no batente, a observar a chuva caindo. Sentia-me vulnerável, estupidamente vulnerável. Uma oportunidade parecia dançar em meio às gotas de chuva que caíam, e a vulnerabilidade fez uma parceira com a curiosidade para me fazer querer esticar os braços e sair dançando com a oportunidade. Não importava a chuva, não importavam as palavras. O que importava era só a sensação, o gesto, a ideia. Porque afinal, há situações que dispensam palavras.
Imagens de três mangás shoujo muito lindos.
1º - Suki, Tokoro no Yori Arashi (Parte 2)
2º - Suki, Tokoro no Yori Arashi (Parte 3)
3º - Isshun no Tsuki
Meu humor está estranho hojem, e aí esses textos em primeira pessoa simplesmente surgem.
Trilha sonora ♪
"In my darkest hours I could not foresee
That the tide could turn so fast to this degree"
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sábado, 24 de outubro de 2009
- Mas que drama.
- Realmente - concordou Code, observando a briga no fim da rua, até que um rapaz resolveu apartá-la, e os jovens se dividiram em dois grupos, cada um saindo para um lado da rua.
- Humanos são estranhos - analisou Lena.
- E nós somos tão estranhos para eles quanto eles para nós - observou Maxwell.
- Na verdade nem tanto - corrigiu Alice. - Eles não dão a miníma se não sabem nossa natureza. Mas quando descobrem...
Code sorriu, encostando-se na van. Lena analisava suas unhas, e Maxwell sondava a rua de esquina à esquina. Alice olhava para o céu azul. Um dia antes, Jeremy havia lhe perguntado se era queria voltar a ser vampira ou se não se importaria de permanecer humana para sempre. Por mais que Jeremy só perguntasse por perguntar, a questão não a abandonou. Ela vivera como uma humana normal por sete anos, mas nada poderia comparar-se à vida de um vampiro puro, a vida que ela um dia experimentara.
- Pensando no quê? - perguntou Code. Alice virou-se abruptamente para ele, encontrando os olhos cereja do rapaz olhando para ela com uma expressão calma.
- Ah... Na... Nada - gaguejou ela. "Que sentimento é esse?", pensou ela. Uma força parecia comprimir seu coração. Ela não sabia dizer se era porque uma decisão precisava ser tomada logo, ou se era apenas por causa do olhar de Code. Ela imaginava que ele tinha um poder quase anestésico quando olhava para ela. "Talvez seja porque a magia elemental dele é o gelo", imaginou ela, num ímpeto de inocência.
- Você sabe que tudo dará certo, não sabe? - perguntou ele, virando-se de frente para ela. - Talvez medidas dramáticas não sejam necessárias.
- Eu imagino o que acontecerá se as medidas forem realmente dramáticas - disse ela. O sorriso de Code minguou, e ele levou a mão aos cabelos.
- Ah, ser humana por tanto tempo pode ter te afetado.
- O que você quer dizer? - exaltou-se Alice, levantando as sobrancelhas.
- Você não sabe o que escolher agora. Se nunca tivesse vivenciado as opções, não seria difícil de escolher. Seria como decidir entre uma bebida que você conheça e uma que você jamais tenha provado. Mas agora que você já provou das duas bebidas, não sabe qual escolher.
- Não precisa me contar isso - murmurou ela, baixando a cabeça. Code adquiriu uma expressão levemente assustada, como se tivesse feito algo muito errado.
- O que eu quero dizer é... - começou ele, procurando as palavras. Alice levantou os olhos para ele, e uma nova sensação a acometeu quando a ideia de que Code era realmente bonito surgiu em sua mente. O rapaz olhou para os olhos dela, e então as palavras apareceram. - Não importa qual bebida você acabar escolhendo, isso não vai mudar o que eu sinto por você.
"O que eu sinto". As palavras ecoaram na mente de Alice. Agora a decisão parecia ficar um pouco mais difícil, por mais que a ideia de ter Code apoiando-a, indiferente de qual fosse a decisão, a fizesse sentir melhor.
- Mesmo se eu fizer um drama? - perguntou ela, puxando ele pela camiseta.
- Mesmo se você fizer um drama - ele sorriu, e então a abraçou.
- Humanos são estranhos - analisou Lena.
- E nós somos tão estranhos para eles quanto eles para nós - observou Maxwell.
- Na verdade nem tanto - corrigiu Alice. - Eles não dão a miníma se não sabem nossa natureza. Mas quando descobrem...
Code sorriu, encostando-se na van. Lena analisava suas unhas, e Maxwell sondava a rua de esquina à esquina. Alice olhava para o céu azul. Um dia antes, Jeremy havia lhe perguntado se era queria voltar a ser vampira ou se não se importaria de permanecer humana para sempre. Por mais que Jeremy só perguntasse por perguntar, a questão não a abandonou. Ela vivera como uma humana normal por sete anos, mas nada poderia comparar-se à vida de um vampiro puro, a vida que ela um dia experimentara.
- Pensando no quê? - perguntou Code. Alice virou-se abruptamente para ele, encontrando os olhos cereja do rapaz olhando para ela com uma expressão calma.
- Ah... Na... Nada - gaguejou ela. "Que sentimento é esse?", pensou ela. Uma força parecia comprimir seu coração. Ela não sabia dizer se era porque uma decisão precisava ser tomada logo, ou se era apenas por causa do olhar de Code. Ela imaginava que ele tinha um poder quase anestésico quando olhava para ela. "Talvez seja porque a magia elemental dele é o gelo", imaginou ela, num ímpeto de inocência.
- Você sabe que tudo dará certo, não sabe? - perguntou ele, virando-se de frente para ela. - Talvez medidas dramáticas não sejam necessárias.
- Eu imagino o que acontecerá se as medidas forem realmente dramáticas - disse ela. O sorriso de Code minguou, e ele levou a mão aos cabelos.
- Ah, ser humana por tanto tempo pode ter te afetado.
- O que você quer dizer? - exaltou-se Alice, levantando as sobrancelhas.
- Você não sabe o que escolher agora. Se nunca tivesse vivenciado as opções, não seria difícil de escolher. Seria como decidir entre uma bebida que você conheça e uma que você jamais tenha provado. Mas agora que você já provou das duas bebidas, não sabe qual escolher.
- Não precisa me contar isso - murmurou ela, baixando a cabeça. Code adquiriu uma expressão levemente assustada, como se tivesse feito algo muito errado.
- O que eu quero dizer é... - começou ele, procurando as palavras. Alice levantou os olhos para ele, e uma nova sensação a acometeu quando a ideia de que Code era realmente bonito surgiu em sua mente. O rapaz olhou para os olhos dela, e então as palavras apareceram. - Não importa qual bebida você acabar escolhendo, isso não vai mudar o que eu sinto por você.
"O que eu sinto". As palavras ecoaram na mente de Alice. Agora a decisão parecia ficar um pouco mais difícil, por mais que a ideia de ter Code apoiando-a, indiferente de qual fosse a decisão, a fizesse sentir melhor.
- Mesmo se eu fizer um drama? - perguntou ela, puxando ele pela camiseta.
- Mesmo se você fizer um drama - ele sorriu, e então a abraçou.
"Code, nunca me deixe".
A ideia do texto surgiu no meio de uma conversa no msn, e acabou ficando melhor que a encomenda!
A trilha sonora de hoje fica por conta de um vídeo, feito com cenas de Vampire Knight.
A trilha sonora de hoje fica por conta de um vídeo, feito com cenas de Vampire Knight.
Beijos leitores meus.
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