- Sério, se te fiz ficar tão mal assim, me desculpe - disse ele, começando a pensar que sempre fora apático e frio demais com ela.
- A culpa não é sua... - começou ela. - Acho que não existe alguém que eu possa culpar. Afinal, por que é que eu procuraria alguém para levar a culpa?
Ele ficou quieto. Não sabia o que dizer quando ela questionava si mesma. Talvez, ne realidade, ela não quisesse que ele dissesse qualquer coisa que fosse. Francamente, ele preferiria falar com Otto do que com Marc naquele momento, pois ela sabia que se Marc começasse a atirar verdades contra ela, ela simplesmente iria começar a gritar com ele, pois já tinha assimilado verdades demais nos últimos dias e sentia-se como uma bomba-relógio esperando por uma vítima desavisada.
- Eu em sinto alheia à todas as coisas - foram as palavras que ela conseguiu usar para descrever seu estado de espírito. Depois de dizê-las ela percebeu que era exatamente aquilo que queria dizer.
- Mas nós estamos alheios à tudo. Só não estamos alheios a nós mesmos.
Ela achou que iria pular no pescoço dele e berrar com ele até a morte, mas não foi isso que sua consciência pensou em fazer. "O pior de tudo'", ela pensou, "é que ele tem razão".
- Por que a gente se meteu nessa confusão? Por que essa confusão há de existir? Por que temos de resolver essas questões sendo que deveríamos nos preocupar com qualquer outra coisa que não fosse isso? Por que, hein? E por que raios o sol NÃO SE PÕE DE UMA VEZ?
Ela havia levantado e andado até a metade do telhado do prédio, mas ele ficara sentado apoiado na casinha da caixa d'água. Ele sentia a indignação, impaciência e desejo por resposta fluindo de dentro do corpo dela e se misturando na atmosfera. A verdade era que ele queria resolver aquelas questões todas de uma vez também, mas ele não estava se sentindo mal como ela parecia estar. Tudo surgira quase que por acidente, mas as personalidades deles não permitiram que eles esquecessem daquilo, e quando se deram por si já estavam esquematizando formas de espionar executivos conversando em seus escritórios e táticas de fuga. Eles não se sentiam como criminosos, e mergulharam de cabeça na aventura de boicotar os planos do governo, numa missão de conseguir trabalhar como pseudo-espiões e manter a fachada de alunos normais de segundo grau ao mesmo tempo. Nenhum deles havia realmente reclamado, mas eles tinham muitos motivos pelos quais reclamar.
- Estou com fome - disse ele, quase que inconscientemente. Dizer aquilo da maneira que ele dissera era como dizer que estava esgotado fisica e emocionalmente. Ela virou-se para ele e estendeu a mão.
- Levanta. Vamos falar com o resto da gangue, fazer uma vaquinha, ir comer uma pizza, voltar para o nosso íncrivel QG e montar um senhor plano para acabar com essa história.
O coração dele repentinamente pareceu ter parado de bater e voltar a bater mais rápido enquanto ele ouvia as palavras dela. Ele levantou-se e seguiu-a até a porta que levava às escadas.
- Adoro quando você toma essas decisões tão autoritárias, chefe - ironizou ele, fazendo um sorriso puramente honesto surgir no rosto dela.
O incrível QG seria o escritório residencial raramente usado na casa de Marc, já que o pai dele carrega seu notebook por tudo quanto é canto e na realidade nem para no escritório.
O resto da história eu irei eventualmente criar, e o que posto aqui são só pedacinhos que eu eventualmente irei embutir numa grande história só.
- A culpa não é sua... - começou ela. - Acho que não existe alguém que eu possa culpar. Afinal, por que é que eu procuraria alguém para levar a culpa?
Ele ficou quieto. Não sabia o que dizer quando ela questionava si mesma. Talvez, ne realidade, ela não quisesse que ele dissesse qualquer coisa que fosse. Francamente, ele preferiria falar com Otto do que com Marc naquele momento, pois ela sabia que se Marc começasse a atirar verdades contra ela, ela simplesmente iria começar a gritar com ele, pois já tinha assimilado verdades demais nos últimos dias e sentia-se como uma bomba-relógio esperando por uma vítima desavisada.
- Eu em sinto alheia à todas as coisas - foram as palavras que ela conseguiu usar para descrever seu estado de espírito. Depois de dizê-las ela percebeu que era exatamente aquilo que queria dizer.
- Mas nós estamos alheios à tudo. Só não estamos alheios a nós mesmos.
Ela achou que iria pular no pescoço dele e berrar com ele até a morte, mas não foi isso que sua consciência pensou em fazer. "O pior de tudo'", ela pensou, "é que ele tem razão".
- Por que a gente se meteu nessa confusão? Por que essa confusão há de existir? Por que temos de resolver essas questões sendo que deveríamos nos preocupar com qualquer outra coisa que não fosse isso? Por que, hein? E por que raios o sol NÃO SE PÕE DE UMA VEZ?
Ela havia levantado e andado até a metade do telhado do prédio, mas ele ficara sentado apoiado na casinha da caixa d'água. Ele sentia a indignação, impaciência e desejo por resposta fluindo de dentro do corpo dela e se misturando na atmosfera. A verdade era que ele queria resolver aquelas questões todas de uma vez também, mas ele não estava se sentindo mal como ela parecia estar. Tudo surgira quase que por acidente, mas as personalidades deles não permitiram que eles esquecessem daquilo, e quando se deram por si já estavam esquematizando formas de espionar executivos conversando em seus escritórios e táticas de fuga. Eles não se sentiam como criminosos, e mergulharam de cabeça na aventura de boicotar os planos do governo, numa missão de conseguir trabalhar como pseudo-espiões e manter a fachada de alunos normais de segundo grau ao mesmo tempo. Nenhum deles havia realmente reclamado, mas eles tinham muitos motivos pelos quais reclamar.
- Estou com fome - disse ele, quase que inconscientemente. Dizer aquilo da maneira que ele dissera era como dizer que estava esgotado fisica e emocionalmente. Ela virou-se para ele e estendeu a mão.
- Levanta. Vamos falar com o resto da gangue, fazer uma vaquinha, ir comer uma pizza, voltar para o nosso íncrivel QG e montar um senhor plano para acabar com essa história.
O coração dele repentinamente pareceu ter parado de bater e voltar a bater mais rápido enquanto ele ouvia as palavras dela. Ele levantou-se e seguiu-a até a porta que levava às escadas.
- Adoro quando você toma essas decisões tão autoritárias, chefe - ironizou ele, fazendo um sorriso puramente honesto surgir no rosto dela.
O incrível QG seria o escritório residencial raramente usado na casa de Marc, já que o pai dele carrega seu notebook por tudo quanto é canto e na realidade nem para no escritório.
O resto da história eu irei eventualmente criar, e o que posto aqui são só pedacinhos que eu eventualmente irei embutir numa grande história só.
Cara, os comentários desapareceram. Evaporaram feito naftalina, foram levados pelo vento feito purpurina [rima! \o/]
Ah, tenham dó de mim e comentem, mesmo que vocês me odeiem, galera ;D
Ah, tenham dó de mim e comentem, mesmo que vocês me odeiem, galera ;D
Feliz aniversário, Abarai Renji ;)O tenente mais sexy, e o mais impaciente de todo o Gotei 13!
Na verdade, não sei quem é mais sexy, ele ou Hisagi.
sem frases famosas hoje.
beijo, cara :*
ouvindo ♪ "saa, mabute o akete" - Kelun
ouvindo ♪ "saa, mabute o akete" - Kelun





3 comentários:
Pois eh...
Ando meio ausente nos comentários mesmo...
Mas é que falta tempo pra poder parar e ler o post todo...
(E eu não vou comentar sem ler o post! Nananinanão! hehe)
Adoro visitar o seu blog... Mas fico intrigada com a sua história...
Sempre me sinto um tanto perdida nela. Não sei se é porque não acompanho capítulo por capítulo, ou se é porque você realmente quer deixar algo nas entrelinhas!
Ah! Muito obrigada pelos elogios!
=)
Beijos!
Admito que não li os 3 posts da historia, pq to com preguiçoa, mas enfim... Ando meio sumida do meu blog e dos comentários tbm, preciso organizar melhor meu tempo... =/
Beijão :]
uau! li os dois posts seguidos (tb como minha colegas blogueiras por falt ade tempo)
adoro suas histórias (que chato ja disse isso várias vezes), seu blog é perfeito pra qdo estou cansada de ler freud, skinner e rogers...
mas tenho uma dúvida: vc ja tem toda a história pronto e faz maldade colocando pedaços hahahahha ou faz em pedaços e depois vai fazer a bondade de juntar?
bjos
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