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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Mas que calúnia.

Hoje fazem exatos OITO dias que venho tentando upar um modelo nessa maravilha de interface do blogger ¬¬ (a parte "maravilha" não é ironia, já que a interface funciona direitinho).
Parece que esse servidor simplesmente não quer aceitar meus modelos tão minuciosamente escolhidos dentre tantos que apareceram na minha frente.
Quando eu FINALMENTE encontro um site com modelos criativos, os modelos não vão ;_;
É de dar dó, convenhamos.
Por um acaso do destino, dias atrás, na minha primeira tentativa, consegui upar o modelo. Todavia, depois, quando encontrei uns mais estilosinhos e cutes, não consegui upar mais. Mas tudo bem, eu não desisto tão fácil. (mwahahah ;D )
Eu ainda vou conseguir, é uma promessa de sangue (atenção, eu raramente faço promessas de sangue) :B
Agora, nesse fim de tarde de terça-feira, onde eu me encontro com absolutamente nada para fazer a não ser ler mangás e assistir Naruto/Vampire Knight/Claymore, e não estou me sentindo inspirada para escrever um texto curto (por não querer criar um texto longo), eu deixo para vocês um vídeo de minha autoria para a mostra cultural do colégio, sobre o atentado de Hiroshima e Nagasaki. Isso porque eu simplesmente ADOREI meu vídeo *-*


Frase: Não sei como será a terceira guerra mundial, mas sei como será a quarta: com pedras e paus." - Albert Einstein
beijogente:*

ouvindo ♪ "akaku akaku akaku yurete, yume no yume no, hatte e;" - ON;OFF

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Warning !

O blog encontra-se em manutenção.
_____
Isso é porque a autora quer mudar seu layout e vai passar um tempo sem atualizações literárias.
Este aviso é só para deixar claro qualquer mudança estranha que ocorrer no blog, como o desaparecimento de widgets e coisas do gênero.
________
Ok, povo?
________
Prometo que volto com um layout estiloso para renovar as coisas por aqui ;D
Beijogalerinha:*

domingo, 21 de setembro de 2008

- O que você fará, Novato?

- Farei quando? - perguntou Jeremy, que até aquele momento não estava prestando atenção no que Matt dizia.
- Não é quando, seu idiota. Quero saber se você vai entrar mesmo para nossa organização ou não - disse Matt, tirando os olhos das estrelas e olhando para Jeremy, ambos sentados na grama verde da clareira.
- É claro, se você disser não, eu vou ter que te matar - disse Seth, girando a pistola na mão direita.
- Cala essa sua boca, Seth - disse Alice, ameaçando empunhar seu revólver. - Você sabe que não pode sair matando novatos, a não ser que eu mande, é claro.
- Parem de tratá-lo como um idiota, vocês dois! - exclamou Maiara. - Ninguém vai matar ninguém aqui.
- Não hoje, pelo menos - murmurou Seth, num tom audível somente à Alice, que sorriu levemente ao ouvir.
Os olhos de Matt eram de um profundo cinza sem emoção, mas encaravam Jeremy de uma forma tão fria que ele sentia-se como se a atmosfera fosse comprimi-lo contra o solo. Ele não havia pensado seriamente sobre o que faria caso não entrasse para a organização. Ele achava que não poderia viver uma vida normal agora que conhecia mais verdades sobre o mundo, logo ele, que sempre dizia que iria construir sua própria verdade sobre as coisas. Ele sabia que se ficasse, iria descobrir cada vez mais coisas sobre o mundo e quem sabe sobre si mesmo, e aquilo havia se transformado numa tentação horrivelmente difícil de se dizer não. Ele não tinha certeza nenhuma sobre o que aconteceria com ele, e ele sempre preferira ter certeza sobre as coisas que envolvessem sua vida.
- Olha, não é uma questão muito difícil, do meu ponto de vista - disse Seth.
- Claro, você não tinha opção nenhuma sobre o que fazer da vida, e a organização foi a única coisa que surgiu à sua frente e abriu uma porta para o seu futuro brilhante. Mas ele não, ele tem opções sobre o que fazer da vida, tem destinos a escolher, entende.
- Você só está fazendo isso mais difícil, Maiara - disse Matt, num tom de censura. - Seth está certo, a questão não é difícil. Lembra quando você tomou a sua decisão, Maiara? Você também tinha inúmeros caminhos a escolher na vida. Mas escolheu este. É uma questão que leva em consideração as coisas que você preza ou deixa de prezar na vida.
- Eu sinceramente acho que vocês deveriam calar a boca e deixar o garoto pensar - disse Alice, num tom de maturidade que Jeremy ainda não tinha ouvido dela. Jeremy agora não sabia realmente o que fazer. Sua vida nunca fora grande coisa, mas ele não esperava realmente que fosse grande coisa. Ele não acreditava em destino, nem em coincidências, nem em acaso. Mas ser chamado para entrar na organização soava como puro acaso para ele. Ele não conseguia encontrar um motivo que o movesse àquilo, então só lhe restava crer que fora obra do destino.
- Escute, eu não quero fazer você decidir mais rápido, mas... - começou Maiara.
- Não precisa.
- Como? - perguntou Maiara.
- Não que eu queira dizer que não tenho opção, porque eu tenho. Mas se eu vim a ter que fazer essa decisão, algum motivo haverá de ter, e eu quero descobrir que motivo é esse.
- Com isso, você quer dizer... - disse Seth.
- É, agora ele é um verdadeiro Novato em nossa Organização - disse Alice, estendendo a mão para ajudar Jeremy a se levantar da grama.

Adoro criar histórias com Seth, Alice e Jeremy no meio *-* Talvez eles sejam meus personagens preferidos de todos que já imaginei e vim a criar. Simplesmente adoro o temperamento que dei à eles e tudo o mais, e na minha imaginação Seth é o mais sexy de todos os personagens masculinos que já criei ! AUEHAUHEAUH.

Frase: "Se você pode ver o futuro, nunca olhe para trás." - Zangetsu (zanpakutou do Ichigo, no filme Bleach: The DiamondDust Rebellion)
beijopovo:*
ouvindo ♪ "sekaijuu hora waratteru sora miagete saa tachiagatte" - Orange Range
(3º ending de Naruto)

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Uma História Subalterna.

Tarde povo (:
Cá estou eu numa bela aula de Internet II - HTML, sem poder fazer absolutamente nada que preste. Isso que ainda tenho uma hora de aula, mas já terminei o incrível site que teria de montar no Dreamweaver e já dei uma lida por cima sobre estilos CSS.
Então, eu trago a vocês um conto alternativo que nada tem a ver com as atuais histórias que estou criando. Quem sabe um dia essa "História Subalterna" venha a inspirar uma história tão consistente quanto as que já consegui começar a montar.
Divirtam-se, galera ;)

- A lua está bem alta hoje, não? - comentou ele, batendo as cinzas do cigarro no chão e levando-o de volta à boca. A garota virada de costas para ele a alguns passos de distância começara a calcular o ângulo da lua para ter uma idéia de que horas eram.
- Por que estamos de tocaia, hein? - perguntou Jeremy.
- Não estamos de tocaia - respondeu Seth.
- É, só estamos perdendo tempo enquanto não temos idéia nenhuma do que realmente fazer sobre qualquer coisa - disse Matt, fumando mais um pouco. BAM! Matt olhou para a outra garota enquanto massageava os dedos levemente queimados pelo calor da bala. - Ah! Pra que atirar em mim?
- Não foi em você, foi no seu cigarro - disse Alice, guardando o revólver. - Eu já te disse para parar de fumar.
- Eu fumo para não regredir no meu tratamento.
- Ah, eu não caio nessa mentira sua.
- Tratamento? - perguntou Jeremy.
- É. Um dia eu fui um lobisomem incurável, Novato. Agora, com o belo tratamento que nossa amiga Maiara ali desenvolveu, eu posso viver sem me transformar num bicho horrendo, e o único preço que eu pago por isso é ter o cabelo azul e tomar uns remédios de vez em quando - respondeu Matt, apontando para a garota que estava medindo o ângulo da lua.
- Como vê, o tratamento que criei não tem nada a ver com o cigarro, mas quem sou eu para discutir com ele? - disse Maiara.
- Ele é importante? - perguntou Jeremy.
- Não faça perguntas sobre mim como se eu não estivesse aqui - comentou Matt. - E sim, eu sou importante, Novato.
- Não fale com ele assim - disse Alice. - Jeremy, a questão é que a família de Matt foi a fundadora da organização. Por causa dele que estamos funcionando até hoje. Não pense que você tem de morrer para salvá-lo porque ele é a prioridade, mas ele é o que poderíamos chamar de chefe se fôssemos uma hierarquia.
- Ah, entendo.
- Você vai pegar o jeito da coisa um dia, Novato - disse Seth, batendo no ombro de Jeremy.
- É, se formos pela lua, lá à noroeste tem um bosque com água abundante - disse Maiara, dando as costas à lua.
- Mas aqueles gnominhos verdes estão infestando tudo por aqueles lados - disse Seth. - Os verdes são os menos hospitaleiros, como vocês sabem.
- Na verdade, os anões verdes não são hospitaleiros. Os gnomos são indiferentes.
- Qual a diferença? - perguntou Jeremy.
- Ah, a diferença é enorme, mesmo que não pareça - respondeu Maiara. Haviam três dias que Jeremy havia encontrado com Matt na rua, e este o havia recrutado para a esquematizada organização deles, cujo nome o garoto desconhecia. Àquela hora ele já imaginava que não teria forma alguma de abandonar a organização, mas ele não era do tipo que desistia das coisas. Ele sentia como se fosse o recruta mais estúpido do mundo, mas não havia como ele entender as coisas se não perguntasse, era isso que ele pensava.
- Como vou saber quando é um anão ou um gnomo?
- Eu já disse, você pega o jeito com o tempo, Novato - respondeu Seth, passando os dedos por seus cabelos castanho-claros molhados pela água que caía das folhas da floresta.
Sim, é um conto de fadas manipulado e completamente diferente de qualquer conto que você leu até hoje. Sim, eu estou superestimando minha obra porque estou me sentindo o máximo hoje (:
Frase: "Vocação é diferente de talento. Pode-se ter vocação e não ter talento, isto é, pode-se ser chamado e não saber como ir." - Clarice Lispector
Beijo gatos e gatas :*
ouvindo ♪ "we're fighting dreamers" - FLOW (4ª opening de Naruto)

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

O mundo vai acabar.



Sete anos se passaram, e ainda me parece que foi ontem.
Pensando bem, na época, eu não dei importância alguma ao atentado de 11 de setembro. Vai ver até hoje eu não acho que seja grande coisa. Sim, eu desconsiderei toda a atividade terrorista por trás e negligenciei todas as vidas que se foram, mas eu não sei, eu simplesmente não achei relevante. Quem sabe eu realmente não ligue para o que acontece ou deixa de acontecer no mundo. Ao meu ver, todos (eu repito: TODOS) nós e tudo ao nosso redor está fadado à encontrar a perfeição. Seja ela a felicidade eterna, a plena realização ou a garantia de um futuro brilhante. O que acontece nesse mundo acontece porque tem de acontecer, e eu digo isso porque nós seres humanos relativamente deixamos que aconteça. Acho que não é necessário buscar explicações para as coisas desde que se entenda o que elas significam em essência, apesar do fato de eu mesma estar sempre procurando explicações para as coisas! ;P
Que fique claro, eu não estou dizendo que o atentado possui um significado por trás e que nós devemos aprender com ele, eu não sou tão superficial assim para desconsiderar todas as outras condições da situação. Mas todos esses tabus que surgem ao redor de coisas como esta são um exemplo claro do que eu classifico como perda de tempo. Me disseram que o mundo acabaria em 2000, mas eu ainda estou aqui. Ouvi uma vez que seria em 2014. Agora (depois de 2001), o mundo terá de acabar em 11 de setembro de um ano tal à tal hora, de tal jeito, por causa de tal coisa. E agora que os suíços colocaram aquele ENORME acelerador de partículas para funcionar, é possível que tudo exploda, parta o globo no meio e a Terra nos engula, vejam só que poético.
Aliás, eu não recebi nenhum contrato para assinar assegurando que eu concordo em perder minha vida caso eles consigam criar uma explosão imensurável dentro daquele laboratório, e vocês? x)
Galera, se o mundo vai acabar, deixe que acabe.
Se o céu tiver de pegar fogo, o chão começar a tremer, e tudo começar a sucumbir diante do poder da natureza ou de qualquer outra causa, eu quero assistir, por que será um espetáculo e tanto, não é? Imagine o céu explodindo feito milhares de fogos de artifício *-*
Se existem outros mundos habitáveis lá fora, a nossa matéria que se desintegrará desse mundo eventualmente encontrará outro, é o que eu acho.
Se reencarnamos e vivemos mais algumas incontáveis vezes, não há porque se importar com o fim do mundo. Como eu já disse, existem outros mundos.
Se vivemos uma vez só, então tratemos de morrer sabendo que aproveitamos a vida e fizemos o que sabíamos que podíamos fazer pelo mundo, e se pudermos, vamos morrer sorrindo.
Talvez o 11 de setembro não tenha patavina alguma a ver com o fim do mundo, mas eu achei conveniente falar disso :B
Vai ver eu queria mais é afirmar a mim mesma que eu não tenho medo do dito cujo fim ou seja-lá-o-que-for, porque talvez eu ainda ache que tenho.
Resumindo, eu fiquei com vontade. (mwahahah)
Tenho dito ;)

Frase: "Na vida, nada se ganha tendo pressa." - Nara Shikamaru (Naruto)
beijomeavisemseomundoacabar:*
ouvindo ♪ "everybody's gonna watch it burn today" - Sugarcult

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

- Hoje.

- COMO? - exaltou-se ela.
- Calma, Uli, calma - disse Rob.
- Me acalmar? Como quer que eu me acalme? Ela some daquele jeito e agora os dois voltam sem mais nem menos e vêm com essa idéia de resolver tudo HOJE? Pensar que eu até cogitei me preparar para o fim de tudo isso, mas eu não imaginei que seria tão cedo! Ah, se tivéssemos mais tempo, o que aliás temos... Mas porque querem resolver tudo se temos tempo? Não temo todos os recursos, não podemos, não vamos conseguir, é idiotice tentar, é praticamente suicí...
- CALA A BOCA, ULI! - gritou Rob. A garota estava com os olhos vidrados no teto, apertando as mãos. O rapaz agarrou-a pelos ombros. - Escuta aqui, se teve algo que não nos fez falhar gravemente foi a sua força de vontade, mas os seus chiliques e desesperos foram o que nos fizeram falhar, mesmo que pouco! Então coloque-se no seu lugar e haja como a garota que eu sei que você é!
- Falou bonito, cara - disse Otto, rindo. Uli agora encarava os olhos castanhos de Rob, sem mexer-se um só centímetro. Naturalmente era ele quem tomava s rédeas quando ela perdia o controle sobre si, mas ele não havia gritado com ela até então. Ele soltou-a e foi calcular estratégias no computador mais próximo. Marc havia ido fazer mais café e Fábia procurava o telefone da pizzaria na lista telefônica, ao lado de Otto.
- Rob - murmurou Uli.
- Hum? - perguntou ele, virando-se para trás para ver o rosto dela.
PAFT!
- Não se atreva a gritar comigo de novo, seu idiota! - disse ela, abanando a mão que atingira o rosto dele.
- POR QUE ME BATEU, SUA!?
- Eu disse para não gritar COMIGO DE NOVO!
- É... Eu não deveria ter voltado tão cedo - suspirou Fábia, ouvindo a discussão dos outros dois ao fundo. Otto soltou um riso breve. - Acha que estamos fazendo o certo?
- "Certo" de acordo com os parâmetros da sociedade ou "certo" por estarmos fazendo tudo corretamente? - perguntou ele.
- Eu não sei mais o que é certo ou errado - disse ela, não gostando muito dele ter respondido com outra pergunta. O que ela menos queria ouvir eram perguntas, e por isso ela havia pensado que deveriam terminar com toda aquela história naquela noite, ou no máximo no dia seguinte. Otto concordava, mas estava pensando mais sobre o fato de Fábia ter voltado do que sobre o que haveriam de fazer. Ele não queria admitir que ela fazia falta para ele, e tinha em mente que talvez ela não fizesse, mas ela havia ficado do lado dele durante toda a vida, e isso não deixava sua consciência esquecer-se do que ela significava para ele.
- Bom, eu com certeza acho que eles estão errados - disse ele, referindo-se ao governo. - Então, se vamos contra eles, estamos certos, não é?
- É... - concordou Fábia, com um tom vago de voz. - Na verdade, se não imaginarmos que estamos certos, estaremos agindo em vão, não é?
- Normalmente é Marc quem discute com você sobre essas coisas capciosas.
- Você nem sabe o que é capcioso - riu-se ela.
- Claro que sei! - exclamou ele, não segurando suas risadas também.
- Pode até ser que Marc tenha argumentos diferentes dos seus, mas o que você diz quando discute comigo sobre essas coisas só me faz ter mais certeza do que eu penso, e é exatamente disso que eu preciso - disse ela, sem tirar os olhos da lista telefônica. Uma frase surgia em sua mente, aliviando o cansaço da mesma, que passara horas demais tentando resolver questões impossíveis e explicar condições inexplicáveis.
"Otto, obrigada por existir".

Haha, até que curti.
A verdade é que minha inspiração está abaixo de zero, por isso demorei para vir digitar algo por aqui. Nem sei porque vim na verdade, vai ver eu não consigo abandonar isso aqui mesmo. Depois da história sobre obsessão em três partes para expressar o fato de me sentir obcecada, eu não venho achando muitas coisas que possam inspirar um texto novo :/
É essa época de política que me desanima. E eu ainda nem tenho direitos para votar, vejam só que calúnia :3
Aliás, um exemplo claro da minha obsessão por diversas coisas é o fato de ter comemorado o aniversário de um personagem de Bleach (y). Mas a verdade é que eu não passo de uma adolescente normal, e essas obssessões por coisas puramente materialistas é algo que eu não consigo evitar (porque eu não tento e não planejo tentar evitar, oks :D )
Ha, meu pc novo chegou *-* (pulando histericamente). Talvez o fato de usar um pc mais decente me anime a criar textos mais animadores, quem sabe.
O que me resta é esperar por algo que me inspire, então se contentem com um texto como o de hoje, galerinha ;)


Frase: "Todos gostamos de votar no melhor homem, mas ele nunca se candidata." - Kin Hubbard
beijomeliguem:*
ouvindo ♪ "shine, shine down on me" - Mr. Big