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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

- Ela é diferente, não é?

Seth e Matt pararam no meio do corredor. Maiara, que vinha atrás de Jeremy, fitou seus olhos castanhos no garoto. Dean começou a dar risada.
- Nossa, Matt trouxe um verdadeiro gêniozinho para a Organização dessa vez, não? - disse Dean, entre risadas.
- Vocês me disseram que podemos diferenciar as criaturas pelos seus olhos, mas eu não vejo diferença entre um olho humano e o dela.
- Isso é porque não há diferença - disse Matt, virando-se para Jeremy. Seth respirou fundo.
- Então ela não é diferente de você? - perguntou Jeremy, dirigindo-se à Seth.
- Por que você acha que ela é diferente, Novato? - perguntou Seth, com um tom calmo na voz.
- Eu não sei... - começou Jeremy. - Parece que ela possui uma aura diferente, ou sei lá.
- Cada dia eu fico com mais inveja dessa sua percepção das coisas, Jeremy - disse Maiara, passando por ele e seguindo em direção ao laboratório com Dean. Jeremy encarou Seth e Matt.
- Ela não é igual a mim - disse Matt.
- Nem a mim - completou Seth.
- Ela é parecida comigo? - perguntou Jeremy.
- Não.
- Então o que ela é? Se ela fosse algo tão mais extraordinário eu teria percebido nos olhos dela, eu tenho certeza.
Seth olhou para trás para se assegurar que Alice já tinha deixado o corredor. Matt coçou os olhos. - Ela é... - começou Matt, levantando os olhos acinzentados ao teto do prédio. - Ela é uma das criaturas mais extraordinárias que você chegará a conhecer.
- Tão extraordinária que você não conseguiu perceber pelos olhos dela.
- Ah, não exagerem - disse Jeremy, surpreso com o que os outros dois estavam dizendo.
- Não é exagero.
- Mas eu sei que teria percebido!
- Tá, tudo bem, eu entendi isso - disse Seth. - Mas pense comigo, você só poderia dizer que um dragão é um dragão se ele se parecer com um dragão, certo?
Jeremy balançou a cabeça em concordância, e Matt sorriu levemente ao ouvir a metáfora recém-inventada de Seth.
- Com Alice é a mesma coisa. Você só poderia dizer o que ela é se pudesse ver algo nos olhos dela. Mas você não pode ver nada porque não há nada. Então se não há nada de diferente nos olhos você assume que ela é humana, mas ela não é.
- ME DIGAM LOGO O QUE ELA É! - exaltou-se Jeremy, para a surpresa de Seth. Ele percebeu que fora escandaloso demais, mas não queria ficar ali ouvindo a enrolações de Seth. Queria uma resposta, era tudo que ele queria.
- Ela é uma vampira - respondeu Matt, sem emoção. Jeremy congelou. Seth esticou os braços atrás da cabeça com quem pensa "senta que lá vem a história". - Uma vampira que teve seus poderes selados pela mordida de outro vampiro.
Matt não queria explicar as coisas daquele jeito, afinal, a melhor pessoa para explicar era a própria Alice, se ela não estivesse mancando e de mau humor. Ele imaginou que Jeremy não entenderia nada do que ele pudesse dizer, mas ele sabia que não podia subestimar a esperteza do garoto.
- Escute, é assim que funciona - começou Seth. - É um tabu, ou seja lá como você queria chamar, um pecado entre vampiros quando um vampiro de classe alta morde um de sua mesma classe. Nesse tipo de situação, há duas opções: ou o vampiro mordido deixa este mundo e o que o mordeu toma a posse de seus poderes, ou ambos vivem sem poderes, selados, sendo que o mordido mantém sua posição de classe alta e o que mordeu cai de nível. Por isso você não viu nada nos olhos dela.
- Não há nada para ver - disse Jeremy.
- Exatamente - concordou Matt, alegrando-se por perceber que Jeremy poderia entender tudo. - Ela é uma vampira num corpo perfeitamente humano.
- Ela pode te explicar tudo muito melhor, é claro - disse Seth.
- É, eu entendo - disse Jeremy. Um pensamento lhe veio à mente: "só queria ter certeza para saber se devo temê-la ou não". - Mas ela precisa tomar sangue?
- Ele é o primeiro novato que faz perguntas interessantes. - disse Matt. - Quanto mais nobre é o vampiro, ou seja, quanto mais alta é sua classe, menor é sua necessidade por sangue. Então ela não vai te atacar, se é disso que você tem medo.
- Não que ela não queira... - disse Seth, pensando que poderia aliviar a atmosfera da conversa.
- Cala essa sua boca - retrucou Matt, ríspido, empurrando o outro. - Você sabe que ela não atacaria ninguém mesmo que precisasse.
Dizendo isso, Matt deu as costas aos outros dois e dirigiu-se ao andar de baixo.
- Qual o problema com ele? - perguntou Jeremy. - Eu não quis dizer que estou com medo de um ataque dela. Acho que eu sou curioso demais, né.
- Eu sei, Novato. Você é curioso por questões genéticas. Eu que acertei na ferida dele, digamos assim. Ele odeia que falem dela. E ela odeia que falem dele.
- Então, o que eles têm?
- Ha, isso nem eu sei.

Escrevi isso já faz alguns dias. Mas eu simplesmente NÃO vou conseguir escrever nada que preste hoje, então vai um texto velho mesmo porque eu gostei dele :3
Síndrome de preguiça crônica atacando, me perdoem ok (:

Hoje uma imagem de Grell Sutcliff, de Kuroshitsuji.
Porque eu adorei a voz dele, ele é um Shinigami maníaco e gay, e...
porque ele é um mordomo de MORRER *-*
(se você não entendeu, assista ao episódio 5 do anime - download aqui haha :D)
_
Frase: "A diferença entre a verdade e a ficção é que a ficção faz mais sentido." - Mark Twain
beijo.fui.ler.mangá.de.kuroshitsuji.ou.loveless:*
ouvindo ♪ "I'll fight, and I'll sleep when I die. I'll live, my life, I'm ALIVE!" - BECCA

sábado, 22 de novembro de 2008

Distante.

Ha, estou sofrendo de profunda falta de inspiração. Então aí vai uma parte da história que eu TENHO que montar decentemente até ano que vem (que CURTO prazo, não :3), inspirada na música A Twist In My Story, da banda Secondhand Serenade.

- Os sussurros se transformavam em gritos. Gritos tão altos que as paredes tremiam. Eram gritos, ou eram urros de máquinas?
- Ninguém sabia explicar.
- Ninguém queria explicar.
Os três estavam sentados à mesa antiga de madeira-dourada, Maxwell com os pés apoiados sobre a mesma, Alice apertando as ataduras em seu ombro esquerdo e Code com a cabeça apoiada nas mãos.
- É uma história triste - disse Maxwell, olhando para cima.
- É uma vida triste - comentou Alice.
- Não seja tão pessimista, garota - replicou Maxwell. - Olhe para mim, morando num castelo enorme e caindo aos pedaços desses e não reclamando de nada.
- Não está caindo aos pedaços. Na verdade, não era você que sempre quis morar num castelo, seu magnata? - perguntou Code, olhando para Maxwell pelo canto do olho.
- Não sou um magnata! - retrucou o outro. - A culpa não é minha se decidiram que a melhor punição para um traidor feito eu seria ser guardião dos castelos.
- A culpa é sua por ter traído eles - disse Alice.
- E queriam que eu fizesse o quê? Ficasse lá e servisse de inimigo para vocês?
- Você podia ter fugido, ou lutado.
- Tá, ande logo e me chame de covarde.
- Calem a boca, vocês dois - disse Alice, dando um nó nas últimas ataduras. - Todos erramos. Sem exceção. Code foi embora e está sendo perseguido até hoje, você aliou-se à eles e os traiu e foi condenado, as duas irmãs fugiram da briga feito patas e não apareceram mais, o vovô rendeu-se e eu...
- Você não fez nada de errado - interrompeu Code. - Você é a única que manteve sua dignidade, diferente de nós.
- Mas eu fui pega.
- E daí? Pelo menos lutou pela sua vida, diferente de nós - continuou Code.
- Você encarou a Sociedade de frente. E a gente só soube escapar pela tangente. Ha, eu fiz uma rima - riu-se Maxwell.
- Não me façam sentir que sou grande coisa - disse ela.
- Você é grande coisa, princesa - disse Code.
- Só diz isso porque é o príncipe dela, né? - perguntou Maxwell, rindo alto.
- Quem disse que ele é meu príncipe? - replicou Alice.
- O QUÊ? - reagiu Code. - Esse "C" no seu pescoço afirma isso, ingrata.
Alice riu. Maxwell e Code começaram a rir também. O anel no dedo de Code reluziu à luz da lareira, e ela pôde ver claramente o "A" cravado nele. Seu coração pareceu ter parado de bater e voltar a bater rápido demais um segundo depois. De alguma forma, ela se sentia em casa, mesmo que estivesse mais distante de lá do que jamais esteve na vida. Na verdade, ela não sabia mais o que significava "estar em casa". Era um lugar ou era uma sensação? Pois se fosse um lugar, ela nunca mais poderia voltar para a vila que um dia ela aprendeu a chamar de "casa". Mas se fosse uma sensação, estar perto daqueles dois era o mais perto que ela podia chegar.

Geez, não ficou tão ruim quanto eu imaginava.
O texto que descreve a chegada deles ao castelo de Maxwell está aqui.
Mudei de Jimmy para Maxwell porque acho que Maxwell combina mais, e Code não aparece no texto anterior porque eu criei ele depois.

Frase: "Não existe nada mais chato do que duas pessoas que continuam falando quando você está interrompendo." - Mark Twain

Café da manhã com a Akatsuki. MORRI de rir x) original by ~gejimayo

beijo-fui-assistir-one-piece:*
ouvindo ♪ "tsuki no curse tsumetai yume no nakade" - Okina Reika
Obs:. opening de Loveless *-*

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

- Maxwell?

- É.
- MALDITO!
- Ele já morreu, estou dizendo - disse Maiara.
- Morreu nada. - replicou Alice.
- MALDITO!
- Aquilo não morre. - comentou Seth.
- É.
- Vamos mesmo atrás dele? - perguntou Jeremy, ainda sem saber de quem estavam falando.
- É o último recurso.
- Não, ele não é um recurso. - disse Alice.
- MALD...
- CHEGA DE "MALDITOS", CODE! - exaltou-se Matt. - Você está criando ecos, seu burro.
- Mas ele é um maldito - disse Alice. Code sentiu-se defendido.
- Você também é, então - disse Matt, virando-se para a garota.
- Não fale assim com ela - disse Code, entre dentes, parando na frente de Matt.
- Venha me fazer falar diferente, então - ameaçou Matt. - Afinal, você é um maldito também.
- Viva, todos somos malditos - disse Alice.
- Eles estão brigando por ela - murmurou Maiara à Seth.
- E você está com inveja - respondeu ele. - Se você quiser eu bato no Novato por causa de você.
- Não precisa - disse ela, sorrindo. - Mas o Novato não é fraco, hein.
- Ah, é? Eu aposto com você que derrubo ele em cinco segundos.
- Você sabe que eu não gosto de apostas.
- Claro, atualmente você só gosta dele - disse Seth. Maiara levantou os olhos para ele com espanto. - Veja bem, a mãe dele é uma feiticeira, ele é rico, você insiste que ele é forte, e digamos que... Ele faz seu tipo. Então ande logo e faça ele te pedir em casamento, ok?
- Ele não faz tanto meu tipo - foi o que Maiara conseguiu dizer. - Não seria uma coisa tipo Code e Alice, sabe.
- É melhor que não seja, já que aqueles dois não param de brigar - comentou Seth. - Ou você acha que as brigas são só aparência?
Maiara riu.
- Escuta aqui, seu meio-lobo inútil, quem você pensa que é para nos chamar de malditos? - perguntou Code.
- Mas vocês são, e vocês sabem disso - respondeu Matt.
- Ei! - exclamou Alice.
- Sem ofensas.
- HA! SEM OFENSAS! - exaltou-se Code. - Você realmente não sabe lidar com garotas, seu idiota.
- E você sabe, por acaso? - replicou Matt.
- Ele sabe lidar melhor que você - murmurou Alice à Code.
- Fique quieta - murmurou ele em resposta.
- Eu nunca mandaria uma garota ficar quieta quando ela me ofende - disse Matt.
- Ah, pare de fazer essa cara de "eu-sou-o-maioral", seu lobo.
- Vampiro!
O laboratório ficou em silêncio.
- Isso é uma ofensa? - perguntou Code, perdendo o ânimo na discussão.
- É qualquer coisa menos uma ofensa - disse Alice, olhando para Matt. - Aliás, foi você quem me disse que eu não deveria me sentir ofendida quando a galera da Organização me chamava assim.
- É, enquanto eu estava aqui ao seu lado, aonde esse condenado de meia figa estava, hein?
- Procurando por ela, é claro.
- POR SETE ANOS?
- Acho que eu me escondi bem demais, né - disse Alice, com um enorme sorriso sarcástico no rosto, dando um passo para trás em direção à Code, como se dissesse para Matt: "estou do lado dele e sei que estou te dando nos nervos".
- ALGUÉM ME EXPLIQUE O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO! - exclamou Jeremy.

HAUEHAUEHAUEHAU, eu precisava criar um diálogo sem pé nem cabeça feito esse.
Maxwell é um personagem a desenvolver. Na verdade, eu já tenho uma idéia de como ele será, principalmente porque eu o criei para ser o mais egoísta, para que eu possa extravasar o egoísmo do meu próprio ego em um personagem.
Adorei a briga Matt-Code :3
Mesmo que eu não tenho escrito muito dessa história, eu adoro fazê-los brigar por Alice.
O Code ganha, SEMPRE, caso vocês queiram saber.

Alice x Code
Ha, sem artes copiadas hoje.

Dessa vez é original, oks.
MORRAMDEINVEJA do meu supertalento artístico!

Frase: "O homem é o único animal que cora, ou melhor, que tem motivo para corar." - Mark Twain
beijovouviajar:*
ouvindo ♪ "rather be lost in a river without you" - The Used ♥

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

- Em que tipo de mundo vocês querem que eu pense que vivo?

Jeremy olhava para o chão. No fundo de seu coração, ele queria que o chão se abrisse e o engolisse por inteiro. Pensamentos infelizes passavam por sua mente como turistas, e ele realmente queria que tudo aquilo fosse nada mais que um sonho ruim, que ele pudesse acordar caindo da cama e batendo a cabeça no chão. Matt estava terminando seu cigarro, mas decidiu apagá-lo e começar a explicar melhor as coisas para Jeremy. Maiara olhava para o garoto com um ar de compaixão que deixava Seth intrigado enquanto Alice mantinha-se impassível.
- Não fique em silêncio por tanto tempo - disse Seth à ela. - Parece que você não se importa.
- E não me importo mesmo - respondeu dela, sem emoção nenhuma.
- Costumava se importar quando eu era o novato por aqui.
- Naquela época eu não queria que você percebesse o que eu acho desse mundo.
- O que quer dizer?
Alice olhou para Seth. Os olhos puramente castanhos e humanos dela pareciam não querer infringir mal algum à ele, mas ele sentia-se pressionado, como se a atmosfera conspirasse contra ele, no mesmo jeito que Jeremy sentia-se quando Matt o fitava.
- Eu penso exatamente o mesmo desse novato - Seth mostrou-se surpreso diante da frase dela. - “Em quem tipo de mundo eu vivo?”. A única diferença é que eu conheço as entrelinhas da vida nesse mundo muito mais profundamente que ele. Acho que você entende o que eu quero dizer, né.
Realmente, Seth entendia. Matt levantou-se e aproximou-se de Jeremy.
- Mesmo que não pareça, as coisas são simples - começou ele. - Nesse planeta, diversos seres coexistem. Humanos, fadas, magos, lobisomens, vampiros. Algumas criaturas mágicas são dotadas de tal poder que as permite adquirir a forma de um humano, e o que diferencia uma criatura da outra são certas peculiaridades em seus olhos. Você entende?
- Que tipo de peculiaridade? - interessou-se o garoto.
- Eu sabia que ele ia perguntar isso - disse Maiara, levando até Matt um caderno com páginas plastificadas e abrindo-o na frente de Jeremy. - Olha, esses são os olhos de um lobisomem transformado.
Ela apontava para uma página com uma foto de dois olhos extremamente cinzas, de tal modo que era difícil distinguir o cinza mais claro da íris do cinza mais escuro da pupila, com um risco branco exatamente na vertical cortando a pupila ao meio.
- Esses são os meus olhos - disse Matt.
- É, antes de ele querer livrar-se da parte mais animalesca dele - completou Maiara. Ela virou algumas páginas e apontou para outro par de olhos, agora de um cor viva de vermelho e duas linhas horizontais negras partindo da pupila para o extremo esquerdo e extremo direito da íris. - E esses seriam os olhos de um vampiro sem estar em sua forma humana, pois na forma humana os olhos adquirirem qualquer cor e só fica uma linha, na diagonal.
- O mesmo acontece com lobisomens quando não é lua cheia - disse Matt. - Nossos olhos ficam simplesmente de uma cor normal, e quando nos transformamos não mudam de cor feito os vampiros.
- E os meus olhos têm algo de especial?
Maiara surpreendeu-se com a pergunta. Naturalmente ela esperava que ele pedisse mais informações, mas aparentemente ele havia entendido tudo. Afinal, “as coisas são simples”.
- Obviamente devem ter, não é? - disse Matt, cutucando Maiara com o cotovelo.
- É, é, mas claro! - exaltou-se ela, correndo pelas páginas do caderno. - Espere... Acho que eu não cataloguei ninguém como você antes!
- Ai, ai Maiara... Não faça o garoto se sentir raro - disse Alice, saindo de perto da parede onde estava conversando com Seth e aproximando-se dos outros três. “A verdade é que eu também não estou catalogada aí”, pensou ela.
- Como assim raro? - Jeremy finalmente fez uma pergunta ingênua, confortando Maiara de certa forma. - Vocês não disseram que eu sou filho de uma feiticeira, mas por ser um garoto não herdei os poderes dela, porque só as filhas se tornam feiticeiras também?
- Filhas de feiticeiras e humanos se tornam feiticeiras, e os filhos eventualmente podem tornar-se magos - explicou Seth, seguindo Alice.
- Podem?
- Exato - respondeu Alice. - Se quiserem, é claro. Feiticeiras e magos tem a característica de serem curiosos. É uma coisa praticamente genética. Quanto mais curiosos ficam sobre as coisas, mais descobrem e mais aprendem.
- Por isso os magos são conhecidos por serem os mais sábios desse mundo - disse Maiara. - Eles sabem de tudo sobre tudo e querem saber cada vez mais sobre cada vez mais coisas.
- Só descobrimos seu parentesco com feiticeiras pela seu incomum interesse por fazer perguntas peculiares sobre as coisas - disse Seth, dando um tapinha no ombro de Jeremy.
- Os seus olhos, Novato... - começou Alice. - Quase não demonstram nenhuma diferença dos de um humano normal. A única coisa é que eles brilham mais. Quanto mais velho e mais sábio é o mago, mais seus olhos brilham.
- Que tipo de brilho? - perguntou Jeremy, de certa forma fascinado por descobrir que havia algo especial sobre seus olhos que ele não sabia.
- É como uma falha na cor da sua íris. Sim, eu sei que é estranho se você chamar de “falha na íris”, mas se você olhar nos olhos de um mago, verá que a cor é somente o resquício da verdadeira cor que um dia foi - disse Alice. Jeremy pareceu não ter entendido. - Seus olhos, Novato, um dia não serão mais castanhos. Serão, talvez, de um azul muito claro e brilhante, isso é, se você decidir trilhar o caminho de um mago.
- Magos são imortais? - perguntou Jeremy. Alice achava que o garoto não faria uma pergunta dessas tão cedo, mas ainda assim, sorriu.
- Tudo depende da sua vontade, garoto.

Numa situação anterior (que eu não escrevi, só imaginei :3), Maiara teria percebido a peculiaridade dos olhos de Jeremy e agarrado o rosto dele com as duas mãos, exclamando "EU SABIA!"
HEUAHEAUHEUAH, tenho que fazer esses dois se casarem logo. x)



Frase: "Quando em dúvida, fale a verdade." - Mark Twain
Imagem de Grimmjow Jeagerjaques hoje porque ele é sexy, pirado e... sexy.

beijoo:*
ouvindo ♪ "já conheço esse teu olhar, uma luz a se afastar, a quilômetros daqui." - Skank

domingo, 2 de novembro de 2008

ooh-mygod é bi!

Um dia, o endereço foi www.jujiee.weblogger.com.br
Um blog destinado às loucuras e desabafos de uma garota que queria ser lugar ao sol nesse universo que chama internet. Em meio à globalização do mundo, a garota resolveu que precisava de um nome mais impactante, algo que marcasse presença, um nome que o visitante não esqueceria. Veio a idéia, e o domínio tornou-se www.oh-my-god.weblogger.com.br
Tudo foi reformulado, passou-se o tempo, e o blog continuou a não ser destinado para algo exato, continuou como um domínio para os desabafos e textos aleatoriamente inspirados da garota de então treze anos. Houveram várias versões, mas não consigo me lembrar de todas com uma perfeita exatidão: "to the world I say", "in the sky, one all star.", "wanna a drink?", "so this is christmas", "aquecimento global, já não é ficção", "INCÊNDIO". Versões que duraram pouco tempo, mas acabaram por se consolidar na versão do aquecimento global.
E então, vieram elas. Elas, as imperdoáveis, as impiedosas, as HERÉTICAS, crises do weblogger. Perdi a conta de quantas tardes passei sofrendo por causa daquele servidor. E finalmente, num belo fórum (não lembro de onde era), li num belo tópico que eu usava o pior servidor e o indicado era o Blogspot. Eu já tinha uma conta (mwahahah), então para cá eu vim. O nome teve de sofrer sua modificações, para que mantivesse a idéia principal, mas o nome oh-my-god já existia.
Surgia o domínio ooh-mygod.blogspot.com !
Após uns redirecionamentos pra cá, copiar posts pra lá, ajeitar layouts assim, deixar as informações assado, o blog tornou-se o que é hoje, em sua segunda versão blogspot que eu resolvi chamar de "revolution!", sucessora de "never too late" e "existo, logo penso", duas versões englobadas em uma :D
E hoje, neste belo domingo pós-um sucesso no Desafio Final do DNA (Desafio Nacional Acadêmico, para os que não estão a par), o ooh-mygod é BI!
Sim, COMPLETANDO DOIS ANOS INTEIROS!
(não literalmente, pois eu não postei dois anos de textos. Mas ENFIM!)
Uma história de luta, decepções pra cá, arranjos e macetes pra lá, muita briga com html e xml, discussões com a janelinha "Fale Conosco", e... é isso aí.
Parabéns para... MIM! Ha, claro, sou uma blogueira autônoma :B
Obrigada à galera que comenta sempre, que já comentou uma vez que seja, que costumava comentar nas épocas passadas. :D

Yey!

imagem roubada e manipulada. Original: RollingStar89@deviantart

Porque essa semana eu tô me sentindo o máximo \o/

Frase: "Supor é bom - descobrir é melhor." - Mark Twain
(inaugurando uma temporada de frases dele)

Ha, eu ando supondo demais porque não tenho certeza se quero descobrir :3
HUAHEAUEHAUAEUH
Aiai alegria dessa vida.
beijocriançada:*
ouvindo ♪ "yeah, you're pretty good looking" - White Stripes
ouvindo também ♪ "keep me in your memory, leave out all the rest" - Linkin Park
ouvindo também! ♪ "stare straight into the sun, and I won't close my eyes" - Thrice