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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Eu nunca menti, e isso faz de mim um mentiroso.


Eu nunca fiz uma aposta, mas nós jogamos a sorte com vontade.
Eu nunca acendi um fósforo com a intenção de começar um incêndio.
Mas recentemente as chamas estão ficando fora de controle.
Chame-me por um nome, me mate com palavras
Esqueça-me, é o que eu mereço
Eu era a sua chance de sair dessa cidade
Mas eu peguei o carro e te deixei esperando lá fora
Espero que o ar te faça lembrar
Que meu coração é tão frio quanto as nuvens formadas pela sua respiração
E minhas palavras são compassadas como o batimento do meu coração.

Jasey Rae (All Time Low) ♫


A melhor parte foi ver você dizer, indiretamente, que me queria perto de você.
Foi sentir na pele a intensidade de palavras meramente lidas numa tela de computador.
Foi querer sair correndo e te agarrar no meio da rua.
Foi desejar que a afirmação acima fosse possível.
Foi querer dizer "espere por mim".
Foi ignorar a consciência que queria avisar sobre a ilusão que tudo isso pode vir a ser.
Foi perder uma batalha entre o coração e a razão, e jogar-se ao desejo.
Foi sentir como se um pedaço de mim voltasse, como se a última peça do quebra-cabeça se encaixasse.
Foi escrever tudo isso, de forma tão clichê, e não se importar nem um pouco em parecer a mais idiota das apaixonadas.

Alguém me explica por que as pessoas que a gente mais quer ter ao nosso lado estão longe?



I want some face to face, just gimme that full embrace, what did I hear you say?
That you will never ever let me go.
I'll never know when it's my time to go, one thing I know fo' sho':
That you will never ever let me go.


- um post curto e musical, vejam só vocês.
O tempo anda escorrendo pelos dedos da mão, mas o blog eu planejo manter atualizado.
beijos ppl:*
Considerações finais: se te pego, não te largo!

terça-feira, 26 de maio de 2009

- Puta merda, Andrew.

Obs:. Cenário - a sala da casa de Mona, com os três personagens sentados no chão, vendo tv, imaginem refrigerante, pipoca e pacotes de bolacha aleatoriamente posicionados pelo chão :D

- Não era você que ia parar com os palavrões?
- Era.
Andrew ficou em silêncio e depois riu, desviando o olhar para Marcel, que também ria, e tirando a atenção do rosto de Mona marcado pelas lágrimas já secas.
- Ora, ora, ele é tão poderoso assim para fazer minha irmãzinha desistir da promessa de não falar palavrões, mas que cara - comentou Marcel, rindo mais alto.
- Não é ele - começou Mona, num tom de voz de quem quer se explicar.
- É como ela age em relação à ele - continuou Andrew. Mona olhou rapidamente para ele, fitando os olhos azuis que não olhavam para ela. - Ela não sabe o que fazer por causa do jeito que ele é.
Marcel também olhava para os olhos azuis de Andrew que também não olhavam para ele. A atenção do garoto parecia prender-se a alguma coisa além, como acontecia toda vez que ele dizia algo que, mesmo que ele não soubesse, era verdade. Andrew era diferente de qualquer pessoa no mundo somente por isso: a maioria das pessoas não toma cuidado e fala o que não deve, ele tomava cuidado demais e sempre falava o que devia, talvez sem perceber exatamente o que acabara de fazer.
- Puta merda, Andrew - disse Marcel. Andrew olhou para ele e riu, ao mesmo tempo que Mona começara a rir também. - Por que você não apareceu antes e impediu a idiota da minha irmã de se apaixonar por esse cara?
- Ah, eu apareci antes, ela que não se apaixonou por mim - disse Andrew, num tom indiferente.
- Que é isso, você sabe que eu te amo, bobão - disse ela, mostrando a língua para o amigo.
Andrew sorriu e tomou um gole de refrigerante. Marcel olhava de um para o outro, procurando alguma informação nas expressões que os dois sustentavam. Mas nada encontrou, além da mais serena cumplicidade entre amigos. O tempo parecia estar passando muito mais devagar que o usual, ainda não eram nem seis horas. De tempos em tempos, para não dizer de quinze em quinze minutos, a mente de Mona voltava a fazê-la lembrar de Greg. Mas agora, as lágrimas não queriam mais cair. Algo a dizia, e isso ela sabia que com toda a certeza era influenciado pela ajuda de Andrew e Marcel, que o tempo haveria de explicar tudo que ela precisava saber. E por enquanto, ela conseguia se contentar com isso.



[censurado] Zack, que olhos são esses? *¬*
(fanática por fanarts de Final Fantasy mode: on)

Ma oe, esses dias alegres da vida geram textos curtinhos tão bons xD
Pois é, estou alegre hoje. Sabe o que é você apresentar um trabalho em grupo sendo que você se encarrega de 75% da explicação e das respostas às dúvidas derradeiras da professora e tirar um dez? *-*
Sim, me senti geek. HAUEHAUHEAUEHAUEH ^^
Quem sabe esse seja somente uma parcela dos motivos pelos quais eu acabei ficando alegre hoje.

Frase famosa! - hoje, é um ditado que eu pude comprovar hoje mesmo.
"A esperança é a última que morre."

Trilha sonora ♪ - dessa vez a trilha sonora é somente uma música, HA!
"Você pode me responder?
Sem tempo para perguntas
Meu carro está lá fora quero ir
Você acha que eu sou interessante
Bom, estou ouvindo.
Tudo é óbvio
O jeito que você coloca a mão em mim
O jeito que você fala tão facilmente
O jeito que seus lábios estão brilhando
Bom, estou ouvindo.
Você fica por perto, você me quer
Você vem para perto, você precisa de mim
Dessa vez, eu não voltarei de forma alguma.
Talvez a miséria seja o que eu preciso para manter minha sanidade
E não quero dizer que se as coisas não forem do meu jeito
Eu estarei feliz por te encontrar.
E talvez ontem fosse um dia em que eu pudesse fugir,
agora hoje estou preso na minha sanidade
E estou feliz por te encontrar."
- Maybe Misery (Quietdrive) ROCKS! *-*

beijos garotas e garotos :*


Consideração final: no meio da multidão, só o abraço dele me completava. E talvez até agora, só o abraço dele irá me completar.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

9 - Último Círculo do Inferno: Lago Cócito.


"O lago das lamentações fica no centro da terra e é formado pelas lágrimas de Lúcifer e pelos rios do inferno que nele deságuam seu sangue. No Cócito estão imersos os traidores, que se distribuem por quatro giros diferentes, dependendo da gravidade da traição cometida. Os giros chamam-se Caína, Antenora, Ptoloméia e Judeca. Este último está reservado à punição dos traidores dos seus benfeitores e é lá que se encontra Lúcifer."


Mona chegou em casa ofegante, segurando o celular em sua mão direita com força esmagadora. Passou reto pela televisão, ignorando o desejo de ligá-la para ver o noticiário que repentinamente surgiu quando ela viu o aparelho. Subiu as escadas de dois em dois degraus e chegando ao quarto, jogou a mochila ao lado da cama e jogou-se no colchão, tapando os olhos com um dos braços.
- Ele não é tal idiota, não pode ser - dizia ela para si mesma, sabendo que a casa estava vazia e ela podia falar o quão alto quisesse. - Mas assassinos não são idiotas, o que estou pensando? Ele faz bem o estilo, se for analisar... Não, não pode ser!
Imagens de Greg escondido atrás de muros, seguindo pessoas, andando sinistra e aleatoriamente por ruas desertas passavam em frente aos olhos dela como um videoclipe sem música. Algo fazia seu subconsciente imaginar apenas situações em que ele estaria investigando algo ou alguém e recusar a ideia de que ele poderia ser esse "algo ou alguém" que outra pessoa estaria investigando. De lado de fora da janela, ela podia ouvir o som sutil de bicicletas passando pela rua, rádipas e leves, e os latidos fortes da pastora-alemã no pátio. O mundo ganhara uma estranheza peculiar, parecia que tudo estava no maior silêncio, não se ouvia carros, aviões ou quaisquer máquinas, nenhum sino soava ao longe, nenhuma voz ecoava. Tudo era plano e vazio, como o último nível de uma descida interminável. A metáfora "abismo" parecia não caber mais à situação, pois aquilo era pior que cair num abismo. Pois quando você cai, por mais que parece impossível, há a chance de se levantar e voltar a subir. "Mas se a situação for assim com eu imagino que é, eu vou demorar muito tempo para conseguir subir" pensava ela. Abriu os olhos e sentou-se na cama, olhando para o vazio do corredor após a porta aberta do quarto. Ao lado da porta aberta, estava a cômoda com o espelho, e logo em cima da cômoda um porta-retrato da família. A única foto em toda a casa em que todos apareciam sorrindo. Aquela foto sempre acendia uma chama de felicidade, mas por algum motivo obscuro, naquele momento, a chama não chegou a surgir. Mona levantou-se da cama lentamente, sem saber quanto tempo se passara desde que ela havia deitado e começado a cogitar as possíveis realidades em relação à Greg para sua mente ser capaz de aceitá-lo tal como fosse. Ela saiu do quarto e desceu lentamente as escadas, chegando à porta da frente, decidida em sair e procurar algum lugar para pensar, ir até a lanchonete, esmurrar alguém, correr até a amiga mais próxima e chorar. O mundo ainda soava silencioso e vazio, até uma batida na porta soar mais alto.
- Hei, resolvi chegar mais cedo - disse a voz de Andrew, do outro lado da porta. Mona abriu a porta lentamente, sem chegar a pensar em como o amigo teria entrado no pátio enquanto a pastora-alemã estava solta, observando-o com o olhar vago. - Meu Deus, você está bem?
Andrew, surpreso, entrou rapidamente, segurando a garota pelos ombros, fechando a porta com o pé. Ele a empurrou até o sofá e a fez sentar-se, e ela continua olhando para o vazio, na altura dos ombros dele, aproximadamente, pois ele era consideravelmente mais alto que ela.
- Aconteceu algo? Você está pálida... - perguntou ele, ainda segurando-a com força, olhando fundo nos olhos dela.
- Eu não sei... - começou ela, sem saber o que estava dizendo ou o que deveria dizer. - ... Que horas são.
Andrew levantou as sobrancelhas.
- São três e meia, eu achei que seria melhor vir mais cedo, achei que Marcel já estaria em casa...
- Eu não sei o que aconteceu - disse ela, aparentemente ignorando o que ele disse. - Eu não sei o que fazer, eu não sei para onde ir, eu não sei.
O olhar até então vago direcionou-se aos olhos azuis dele, como em resposta ao olhar que ele sustentava. A expressão preocupada de Andrew era única, deixava transparecer completamente que ele se importava, por mais frias que algumas de suas outras expressões pudessem ser. Mona sentiu as lágrimas finalmente surgindo. Ele abriu um fino sorriso e a puxou para si, deixando-a chorar. Ela passou os braços pelas costas largas dele, entregando-se ao desespero que a vinha consumindo.
- Você não precisa ter certeza de tudo - disse ele, convicto. Naturalmente, ela pensaria "não é uma questão de ter certeza ou não", mas naquela ocasião era, e as palavras dele soaram mais reconfortantes do que ela imaginava que qualquer palavra de qualquer pessoa no mundo pudesse ser. - Quando precisar, você saberá. Tudo há de dar certo, por mais que você erre, se perca e caia no meio do caminho.
- Eu... Odeio... Muito... Tudo... ISSO! - soluçou ela, afundando a cabeça contra o peito dele, ouvindo as batidas do coração dele. Andrew resolveu não se dar ao trabalho de imaginar o que acontecera, abraçou a garota com mais força, e encostou sua cabeça na dela, até que as lágrimas parassem de cair, e Marcel entrasse pela porta.

Caramba, eu imaginei que não criaria um capítulo nove tão lecal assim *¬*
É bom criar situações com bastante "Andrew" HAHAHAHAH.
Obrigada à uma certa pessoa extremamente especial de um certo fórum que eu gostaria muito de saber se um dia nessa vida poderei chegar a conhecê-la, à um amigo que não sabe que ele é mais que isso, à um outro amigo que me dá o melhor abraço desse mundo e à banda Cute Is What We Aim For, pelas músicas que me fizeram retornar ao blog.

Desculpem a demora, abri um projeto, arranjei umas coisas para fazer e tal.
ALIÁS, visitem, por favor, os seguintes enredeços:
[marketing mode: on]

- SHOUNEN.
- Comunidade brasileira sobre animes, mangás, programação, design, downloads completos e muito mais. Conheça pessoas, faça amizades, faça parte da família Shounen!

- OMG Scans.
- Yeaa, eu abri um projeto de scans *-* Por enquanto, os mangás produzidos serão Kuroshitsuji e Mysterious Honey, o projeto está em construção, mas vale a pena, confiram!

[marketing mode: off]
De novo, eu peço desculpas pelos comentários não respondidos, pela demora e todo o mesmo blábláblá.
Outra coisa, Sr. Anônimo, por obséquio, poderia identificar-se?

Trilha sonora ♪
"Você ainda está vivo? Você está com medo por dentro?
Providência é cega quando você está aterrorrizado.
Você ainda está vivo? Você está com medo por dentro?
Quando nós chegarmos ao final da estrada
Eu nos levarei para casa"
- Terrified (Story of The Year)
"Eu me tornei, o que uma mãe
Não iria querer para seu filho
E eu fiz,
Certas coisas das quais me arrependo.
Mas a prática traz a perfeição,
a prática traz a perfeição,
faz sentido para mim."
- Practice Makes Perfect (Cute Is What We Aim For)

Frase famosa! - mais um poeminha.
"esta vida é uma viagem
pena eu estar
só de passagem" - Paulo Leminski.

That's all folks. beijos:*
ouvindo ♪ "A loser can win whenever they want to" - Cute Is What We Aim For

Considerações finais: me desculpem, sério T_T. Na próxima postagem, a história Incógnita entrará num certo recesso, mas a causa é que eu realmente não criei nada depois de quando Mona descobre que Greg é o assassino e se desespera por isso, demora para conseguir conciliar a realidade, e depois volta a ficar do lado dele, pois afinal, ela ama ele tanto quanto ele a ama. Ai, quero um romance desses :/

domingo, 10 de maio de 2009

8 - Malebolge

Antes de qualquer coisa, desculpem pela demora, por todos os comentários que eu talvez deixe de responder, por qualquer coisa que eu tenha deixado de fazer em relação ao blog e por qualquer eventual incompetência. Não faço ideia do que possa estar acontecendo (sim, ultimamente eu venho surtando um pouco xD) ou o que possa vir a acontecer na minha vida, então pode-se dizer que não estou fazendo tudo que eu gostaria de fazer, wtv.
AH, e estou com gripe! /o/
Agora, vamos ao que interessa. Oitavo Círculo do Inferno - Malebolge.

"Aqui estão aqueles que se envolveram em brigas por causa de mulheres de baixa reputação, indivíduos que se envolveram com freqüência em brigas, alcoviteiros, gigolôs, proxenetas, fraudadores, sedutores e cínicos. Este campo maligno é dividido em dez compartimentos concêntricos, unidos entre si por pontes. Em cada um deles é punido uma espécie de pecador."


A aula de química parecia jamais chegar ao fim, e Mona se esforçava ao máximo para prestar atenção em cada palavra do professor, embora seus pensamentos frequentemente voltassem à pergunta de Greg. Ela se encontrava impossibilitada de imaginar qualquer hipótese plausível sobre os motivos que levariam o garoto a trazer tal assunto à tona. "Para que falar em assassinato? Será que ele sabe de alguma coisa? Será que ele fez alguma coisa?" pensava ela, com os olhos fixos no quadro negro, para evitar lançar olhares furtivos ao outro lado da sala, procurando o garoto.
- Está de folga hoje, certo? - perguntou uma voz ao lado dela, libertando-a do transe no qual entrara. Ela levantou a cabeça e Andrew estava parado ao seu lado, só então percebendo que a aula já acabara e que a sala já estava vazia pela metade. Greg havia saído sem a esperar.
- É, estou... - respondeu ela, com um tom vago na voz.
- Fez algum plano? Além de manter-se longe do Greg?
Mona olhou para Andrew surpresa.
- Por que você acha isso?
- Não achava, mas agora realmente acho, por causa da sua reação - respondeu ele, rindo levemente.
- Seu idiota! - disse ela, também rindo um pouco. - Não é que eu queira ficar longe, mas eu tenho minhas dúvidas.
- Como sempre - comentou ele, sob um olhar duvidoso dela. Andrew sempre fora um de seus melhores amigos, e naquele momento uma sensação de conforto a acometeu, somente pelo fato de tê-lo por perto. - Bom, caso não tiver absolutamente nada para fazer e estiver mais animada, passe lá em casa.
- Comprou um nova coletânea de alguma série? - perguntou ela, levantando da cadeira e começando a arrumar sua mochila.
- Exato. Você me conhece. Se quiser eu levo na sua casa para assistirmos lá, é aquela série que o Marcel disse gostar.
Andrew parecia não perceber o quanto ele poderia ser útil num momento daqueles.
- Sabe do quê? - disse Mona, fechando o zíper da mochila e jogando-a por cima do ombro. - Essa é uma ideia brilhante. Apareça lá pelas cinco.
- Tranquilo - finalizou ele, dando um beijo de despedida na bochecha de Mona e saindo da sala. A garota não demorou muito para chegar ao corredor que levava à saída do colégio, parando por alguns segundos para avistar Greg conversando com um estranho no portão do colégio. O homem parecia estar irritado, jogou um jornal enrolado em Greg e saiu, quase correndo. O garoto olhou de cima a baixo a primeira página do jornal e saiu andando na direção contrária. Mona apressou-se para chegar ao jornal caído no chão antes que algum dos alunos ainda dentro das dependências do colégio percebessem o mesmo. Pegou o jornal do chão e o segurou com ambas as mãos para ler o enunciado da primeira página. A prévia sensação de conforto foi abatida mais que repentinamente por um terror de dimensões inimagináveis. Ao topo da página, em letras garrafais, lia-se: "'Incógnita' reaparece", introduzindo um artigo que contava com uma entrevista com um detetive local, comentando sobre o modus operandi e a suposta forma que o assassino utilizava para selecionar suas vítimas, e um parágrafo em destaque trazia a informação de que o corpo da vítima só pode ser encontrado devido a uma denúncia anônima. Porém, nada disso fez o coração de Mona palpitar mais forte. Numa cor vibrante de vermelho, aparentemente escrita com uma caneta permanente, estava a frase: "Foi você".
Mona pensou em seguir Greg, pensou em ir atrás do homem desconhecido, pensou em ligar para a polícia, para os bombeiros, pensou em chorar, em descabelar-se, em bater em algo ou alguém. Mas nada a aliviaria. Nada tiraria as dúvidas de sua mente. Nada faria seu mundo voltar ao normal. Sobre isso, de uma coisa ela tinha certeza, Greg era o único que poderia levar toda e qualquer culpa.


HAUEHAUEHUEHAUEHAU, desculpem, mas quando eu escrevi a parte do jornal foi inevitável lembrar do Tio Sam ;P

É. Até que gostei do texto.

Trilha sonora! (do texto e da atual situação da minha vida)

"Bom, eu sou bobo por você,
e acho que estou ficando louco.
Eu não posso me controlar, ou conter meus pensamentos
Isso está acabando comigo por dentro."
- Phone Call (Forever the Sickest Kids)
"Estranho seria se eu não me apaixonasse por você
O sal viria doce para os novos lábios
Colombo procurou as índias mas a terra avistou em você
O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário"

- All Star (Nando Reis) de novo!
"E se fosse você?
Você que eu sempre precisei?
Eu me senti como um idiota
Agora eu tenho certeza que eu estava errado
Tinha de ser você
Eu sabia que era você."

- It Had To Be You (Motion City Soundtrack)
"Ela não consegue ver o jeito que os seus olhos acendem quando você sorrir
Ela nunca perceberá como você para e começa onde quer que ela passa
E você não percebe que eu te quero do jeito que você a quer
Mas você é tudo pra mim"

- Invisible (Taylor Swift)

Frase famosa! Na realidade, dessa vez é um poeminha e uma frase :D

"Amor, então,
também acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima."

- Paulo Leminski

"O coração tem razões que a própria razão desconhece." - Blaise Pascal

beijos ppl:*
ouvindo ♪ "Happy, I just want to be happy, with myself tonight." - Number One Gun.


Considerações finais: preciso daquele cara. Ou então, de um namorado, que seja. Mas mais especificamente, DAQUELE cara. Droga!