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domingo, 29 de novembro de 2009

Where there's gold, there's a gold digger.

Interessante como as pessoas são materialistas. Fúteis, mesquinhas. É triste.
Interessante como os assuntos mais vis, geram taaaanta confusão. E o povo dá corda.
Interessante como tudo que gera violência, discórdia e briga para todo lado é o que é legal.
Interessante como todos pensam sobre o que fazer com o mundo porque precisamos salvar o planeta, porque o gelo está derretendo, porque os ursos panda estão morrendo, porque a guerra no Iraque já não tem mais fim, porque desse jeito não pode ficar. Mas quando você xinga um cidadão porque ele lhe disse um "não", aí tudo bem. Tudo bem, afinal você está extravasando, está deixando sua raiva fluir, para que ela não acumule e depois seja descontada em quem nada tem a ver com o assunto. Tudo bem estar se lixando para os estudos, afinal você ainda poderá fazer a faculdade que quer se pagar o preço certo. Tudo bem jogar lixo na rua, isso não tem absolutamente nada a ver com a poluição, nem com as enchentes que podem ocorrer, nem com o mundo que você quer tanto salvar. Tudo bem roubar dos civis. Tudo bem tirar a vida daqueles que tiraram a vida de alguém, afinal, eles fizeram errado e merecem pagar. Tudo bem se aproveitar de outros para escalar um futuro próspero para você. Problema é que esse futuro próspero será só seu, enquanto o chão se abre e te engole num futuro desesperador, enquanto os mares transbordam, vidas se acabam, governos guerreiam, mais vidas acabam. Esse mundo não é só seu. Não é porque você quer que realmente tenha de ser assim. Não é porque você não se importa com os outros que você pode se justificar pelo pouco caso que faz das coisas. Se é tudo problema dos outros, pense assim: o "outro" dos outros pode ser você.


Inicialmente eu ia só falar de quem se aproveita dos outros e liga demais para o material, mas foi que foi, fluiu que fluiu e tamo aê. /o/

Frase famosa:
"Se o mundo é mesmo parecido com que vejo, prefiro acreditar no mundo do meu jeito."- Renato Russo.

Trilha sonora:
"Eu não sou da sua rua,
Eu não falo a sua língua,
Minha vida é diferente da sua.
Estou aqui de passagem.
Esse mundo não é
Meu, esse mundo não é seu"
- Eu Não Sou da Sua Rua (Marisa Monte)

"Mas filmes nunca te fizeram famosa
Todos os seus sonhos se perderam ou foram trocados
E tudo que você se importava se perdeu"
- Where There's Gold (Dashboard Confessional)

Às vezes eu não entendo o que leva as pessoas a fazer o que fazem. É.

sábado, 28 de novembro de 2009

I go ahead and SMILE.

Adoro postar usando esse título, ahah.

Encaremos os fatos. Essa vida é bonita, ah.
Não tenho nada demais a lhes contar.
Além do fato de que as postagens serão diárias, me empenharei para isso ;D
Sejam felizes :D

Here we stand, in the middle of an empty street
Tell me where you wanna go,
I'll tell you "that's where I wanna be"

Say goodbye to the warm breeze.
We could be almost anywhere.
I'll miss you, ‘till the next time,
I hope I see you there.
I hope I see you back here



segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Eu memorizei todas as palavras para você,

Mas se ao menos você soubesse,
o quanto esse tipo de coisa não tem nada a ver comigo.
- Invincible (Crossfade)

Dica do dia: ouçam Crossfade. /o/
E se por algum acaso vocês puderam se apaixonar por alguém, apaixonem-se. Lhes fará bem.
Hoje eu não tenho histórias para contar. É, a inspiração resolveu tirar férias antes do que eu. Na verdade não é tão dramático, mas é que ultimamente eu realmente não consigo pensar em textos que digam o que eu quero dizer, e eu não sei com que objetivo eu estou aqui me explicando e é isso aí. :D

Andei lendo mangás interessantes. Dogs, por exemplo. Fiquei com vontade de traduzi-lo. Só vontade, porque o projeto meu e de uma galera para montar um grupo de tradução de mangás estancou e não foi mais para frente, o que para mim é uma maravilha, sabe. Chega de ironia. O ano vai acabando, e eu percebo o quão rápido o ano passou. Rápido demais, se me permitem. Sei lá, para mim é conversa de velho ficar dizendo que o ano passou rápido e tal, mas dessa vez até me surpreendi. Tempos atrás eu me sentia como se estivesse vendo a vida passar. Talvez fosse apenas um reflexo desse ritmo acelerado das coisas (?)

Falando no ano que vai acabando, no post anterior eu falei sobre as fulanas e ciclanas e beltranas (no último post meu, considerando que o post anterior não foi de minha autoria, e sim, isso é uma desculpa para lembrar dele, caso você leitor(a) ainda não tenha lido, role a página, por obséquio *-*). Agora, o que as fulanas, ciclanas e beltranas têm a ver com o ano que vai acabando? O fato de que meus amigos se transformaram nesse último ano. Transformação drasticamente drástica, para ser honesta. E fiquei deveras feliz com isso, devo dizer. Para não deixar o post assaz comprido e entediante, e para que você leitor(a) não queira fechar a página e nunca mais voltar, deixarei para discursar sobre as amizades num post futuro, como um balanço do ano. Nunca fiz isso >.< Seria interessante.

Terminemos esse texto sem objetivo dizendo: o Felipe Leroy é um amor, não? :}


Outra dica: assistam ou leiam Fairy Tail, é lecal. :B
Peguei essa fanart porque achei bonitinha :3
Ah, estou alegrinha hoje :D
Beijos pessoas, cuidem-se.

sábado, 21 de novembro de 2009

Oh Christ, I told you twice!

Ultimamente, percebi um fato interessante. Interessante, mas não muito animador. Pois bem, a cada dia que se passa eu percebo que as pessoas perto de mim estão se distanciando. É. Distanciando-se pois a fulana arrumou um namorado e por isso não vive mais ao lado da ciclana como antes, e aí a ciclana agora conversa mais com a beltrana, que por sua vez também tem um namorado, mas a relação dos dois tem seus pormenores, e por esses pormenores uma segunda fulana já observou e já contou à beltrana o que ela acha, a beltrana não gostou muito pois a segunda fulana nada tem a ver com isso. Realmente, a segunda fulana nada tem a ver com isso. Aí uma segunda ciclana vem me contar sobre uns fatos da vida que fizeram a beltrana questioná-la, o fulano parar de falar com ela direito e tal. E aí eu falo para a segunda ciclana que ela não tem de se guiar na vida pelo que a beltrana e o fulano acham que ela deve fazer, e que eu não sou quem vai ditar à ela o que ela deve fazer. Porque eu sei BEM que a segunda fulana, a segunda ciclana, o fulano, a fulana, todos eles sabem bem o que acontece com eles. E por isso mesmo sabem de todos os pormenores que os rodeiam. E por isso mesmo, ninguém tem o direito de sair questionando o que fazem da vida. Aconselhar, opinar, quem sabe. Questionar e querer mandar, jamais. Afinal, quem é ciclano para ditar a vida de beltrano? Hum?

Falta ao ser esse conceito de coletivo, por assim dizer. De se colocar nos sapatos da outra pessoa, de considerar o que ela pode estar passando, de respeitar, cara. Não vamos a lugar nenhum achando coisas sobre o que os outros devem ou devem deixar de fazer. E a confiança uns nos outros vai para onde, desse tipo? É o único problema do mundo, as pessoas pensarem que tudo gira ao seu redor, que o que fazem só influencia a si mesmos. É meu problema também, certas vezes. Posso ser bem egoísta e admito. Só admitir não vale de nada, porém. Entendem como é?

Tem dias que não sei se estou fazendo o que deveria fazer da vida. É.

Frase famosa:
"Viver o mais intensamente, arriscar sempre. Se tivesse 100 anos para viver, eu ainda não teria tempo para fazer tudo o que quero fazer." - James Dean.

Trilha sonora:
"Você diz que sempre cumpre sua palavra
Mostre-me do que você está atrás
Pensei que você me prometera o mundo
Conte-me do que você está atrás
Não quero levar isso muito longe
Porque aqui estamos, esperando novamente
Você diz que sempre cumpre sua palavra
Mostre-me do que você está atrás
Só um pouco mais rápido"
- A Little Faster (There For Tomorrow)





Endereço novo, layout novo, espero que gostem :)
Baseei-me num layout que já usei antes, e eu simplesmente AMAVA aquele layout :B
Assim fica mais clean, mais cool. HAHA
Beijos, pessoas.

domingo, 15 de novembro de 2009

Can we get away?

Far away...
Let's leave this place
Will you come with me?
Are you down...
To turn your world around
Its you and me tonight...
Leave it all behind

Let's go for a ride...

Há coisas na vida que acontecem da forma mais inusitada.
E são essas coisas que fazem a maior diferença, na maioria das vezes.
E é por essas coisas que ultimamente eu acordo todo dia com um sorriso no rosto. Não consigo tirar tal sensação da minha cabeça. E não quero, evidentemente. Quero que permaneça assim. É quase uma animação suspensa, tudo parece efêmero e simples, assim como eu discursei posts atrás.

AH, adoro muito tudo isso.






















Eu voltarei ao mundo blogueiro, voltarei a digitar textos intermináveis, contar da vida como eu contava antes, voltarei a comentar no blog de todo mundo, voltarei porque sinto falta dos amigos blogueiros :B HAHA, eu adoro todos vocês, não esqueçam. Beijos, sejam felizes /o/

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Trailer de filme.

A trilha sonora é Madina Lake, com Me vs The World.
A garota está parada perto de um poste de luz, observando a rua, e depois olhando para o céu. Um flash, e a cena muda para um garoto andando na rua com as mãos nos bolsos, passando perto de uma briga entre gangues, vestido formalmente, mas com a gravata frouxa no pescoço. Ele olha para frente e encara o espectador, mais um flash e a garota reaparece, agora vista de perfil, olhando para frente e então virando-se rapidamente para também encarar o espectador. Outro flash, o refrão da música começa, os dois aparecem em pé no telhado de um prédio, com o vento levantando os cabelos dela e fazendo a camiseta dele ondular. Eles olham adiante, para os outros prédios da cidade, depois olham um para o outro, dão as mãos e se jogam do prédio. O garoto acorda em sua cama, suando frio, olha para os lados e se convence de que foi um sonho. ELe olha para o chão e nada vê. O refrão da música acaba, o garoto desaba sobre o travesseiro. Um flash mais sutil, e agora são lembranças do garoto que passam pela tela. Primeiro, ele e a garota estão andando pelo corredor, conversando. Segundo, estão sentados à mesa de uma pizzaria, e suas mãos se tocam. Terceiro, estão agora à frente de uma casa, e a garota se adianta para a porta. O garoto hesita, ela lhe dá as costas, ele a segura pelo braço e a puxa para si. O beijo termina com outro flash, que é transformado na luz de um holofote, e o refrão da música volta. A garota está de braços com outro garoto, vestindo a rigor, e flashes de câmeras fotográficas disparam por todo lado. O garoto de antes está num canto, observando a cena. Ele sai dali, uma outra garota tenta interceptá-lo, puxando sua gravata. Ele a ignora e sai para a rua com a gravata frouxa. A garota de antes está se divertindo com o outro garoto, quando o vê tirando o celular do bolso, lendo uma mensagem. Após ler o que estava escrito, a garota encara-o com raiva e o deixa lá, saindo para a rua até encontrar uma esquina. Uma quadra adiante, o garoto vinha andando, se distanciando da briga das gangues. Eles se encaram, um de cada lado da rua. O sinal se fecha, e não há nenhum carro na rua. O garoto espera. A garota estende uma mão. Ele nada faz. Ela anda devagar em direção ao meio da rua, o garoto a ignora, virando a cara para a rua. A garota coloca a mão sobre o peito e para, sem perceber que o sinal logo abriria. O garoto vê um carro embalado, olha para a garota e corre até ela, abraçando-a e carregando-a até a calçada, pouco antes do carro passar. Os dois caem no chão. A música acaba. Ela olha para ele, surpresa. Ele lhe retribui o olhar, aliviado. O beijo não acontece. Surge uma frase em letras prateadas ao passo que a imagem desaparece para o preto: "Acaso ou destino".

Nem sei de onde surgiu isso. Mas eu gostei.
Trilha: Madina Lake.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Se você quer que eu espere,

eu esperarei por você.
Se você me disser para ficar,
eu ficarei com toda certeza.
Se você não quiser dizer absolutamente nada,
eu estou feliz só imaginando.






Wondering - Good Charlotte
 
Essa música foi uma das primeiras a tocar no blog.
A letra é incrivelmente simples, de forma que eu a sei de cor até hoje. Simples, mas diz tudo que eu precisava ouvir na primeira vez que a ouvi. Até hoje, quando a ouço, alguma coisa nela parece encaixar. Por isso eu resolvi postá-la aqui hoje. A simplicidade das coisas me parece mais... Ah... "Percebível", ultimamente. Dias atrás, eu estava me mordendo por questões fúteis. Agora, eu consigo admitir que eram questões fúteis sem me morder. HAHA. E aí, uma felicidade inexplicável me acomete. E eu não estou nem aí para o motivo dela. Drummond já dizia, "Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade". E ah, como Drummond estava certo. Meses atrás eu escrevi aqui sobre como parei de procurar pela felicidade, como percebi que não é algo que se procure, é algo que simplesmente se sente, simplesmente se é, algo que não precisa ter motivo, e é melhor que não tenha. É melhor que seja inexplicável, que seja impossível, que seja improvável.
Quando é dito que algo é inexplicável, impossível, improvável, atribui-se ao "algo" uma soberania, por assim dizer. Uma grandeza. E aí, aceita-se o inexplicável, impossível, improvável como algo maior que você, algo que lhe conforta, talvez.
Porém, a reação pode muito bem ser outra. O que é impossível e/ou improvável gera a curiosidade, a vontade de se descobrir, de por à prova a aclamada impossibilidade e/ou improbabilidade. Esse "querer descobrir" amplia o seu senso de realidade. Faz com que você acredite no que há além, queira saber o que há além. Ampliando-se a realidade, há mais coisas para imaginar, para sonhar, para desejar. E aí você também quer explicar o inexplicável.
Não é preciso desistir de algo quando reconhece-se a inexplicabilidade, impossibilidade e improbabilidade deste "algo". Não precisa-se crer que tais três condições existam, afinal de contas. Afinal, se nada for inexplicável, impossível e improvável, tudo está ao nosso alcance.
O mundo é nosso.
A vida é nossa.
A felicidade é nossa.
Tudo passa a parecer simples. Simples como as gotas de chuva, como um beijo apaixonado, como palavras lidas numa tela de computador. Simples e adorável. Simples e acreditável, imaginável, alcançável. Simples e... Feliz.



Não sei se esse meu texto fez algum sentido, espero que tenha feito, porém.
A questão é que estou feliz e quero que todo mundo seja feliz também.
Que frase infantil, oh.

Opa, cheiro de grama molhada. CHUVA *-*

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Três é demais.

- Bom dia, boa tarde ou boa noite! - saudou Fábia.
- Que efusiva você - observou Greg, medindo Fábia da cabeça aos pés.
- Você soa deprimente - comentou Alice.
- Ele é um assassino e está assim porque eu briguei com ele - respondeu Mona.
- Não saia contando aos outros!
- Assassino? Qual sua arma favorita? - os olhos de Alice brilhavam enquanto ela puxava Greg para um canto e começava uma conversa sobre pólvora. Mona adiantou-se para chamá-lo de volta quando Lisa apareceu para interceptá-la.
- Ouvi dizer que você escreve bem, não quer me dar algumas dicas? - perguntou ela com um sorriso amigável. As duas saíram conversando, sob os olhares de Ícaro e Fabrício.
- Mulheres...
- Hunf.
- Não deem atenção à eles! - riu-se Fábia. - A situação é a seguinte: todos nós resolvemos nos reunir hoje para comemorar o aniversário de três anos do ooh-mygod!
- O aniversário foi ontem, mas a galera da Incógnita tinha pedido férias e por isso demoraram a chegar aqui - explanou Maria Helena, olhando de canto para Greg e depois para Mona.
- Ah, vê se não reclama, você é uma das novatas por aqui... - murmurou Code, entre bocejos.
- Tenha modos - replicou Uli, dando-lhe um soco nas costelas.
- Você nem é da nossa história! - exclamou Lena, defendendo Code.
- Como vocês podem ver, somos todos uma grande família feliz - ironizou Otto.
- Mas o importante é que todos fazemos parte do legado do blog, e hoje viemos fazer uma participação especial - concluiu Cátia, com um sorriso largo.
- O povo da Mystique disse que não podia vir porque eles são muito reservados, sabe - comentou Matt, terminando um cigarro.
- E nós respeitamos eles, é claro - disse Ícaro.
- Eles são os pioneiros, afinal... - concordou Rob.
- NÃO FUJAM DO ASSUNTO! - berrou Fábia. Alice parou abruptamente seu discurso sobre dinamite e levou a mão ao revólver, Fabrício puxou Cátia para longe de Fábia, Mona e Lisa se entreolharam e Otto, Uli e Rob caíram na risada.
- O que ela quer gentilmente dizer é que o blog ontem fez três anos, e por mais que os comentários tenham diminuído recentemente, a autora estima muito seus visitantes assim como estima a nós, seus personagens, e por isso mesmo nos colocou aqui para comemorar a data - explicou Marc dócil e calmamente, abraçando Fábia pela cintura. Code olhou de Matt para Alice, abriu um sorriso fino e saiu correndo até a moça, agarrando-a.
- Isso não foi uma deixa para você sair atrás dela, seu vampiro pervertido! - bradou Matt, pisando violentamente no cigarro que jogara no chão minutos antes.
- Ora, mas seu... - começou Code, partindo para cima de Matt, os caninos pontiagudos aparecendo.
- Não... Fujam... Assunto... - murmurou Fábia, Marc sorriu, esperando acalmá-la, ao passo que Greg, Fabrício e Rob tentavam apartar a briga de Matt e Code. Lisa ria da situação, Alice olhava para ambos com uma expressão de reprovação, e Lena acompanhava os movimentos dos rapazes com os olhos, antes da briga aumentar e ela acabar sendo carregada junto. Marc chamou as outras moças para perto de Fábia, para que ficassem longe da briga. Alice respirou fundo.
- Então né. Feliz aniversário, ooh-mygod - finalizou ela, sorrindo de orelha a orelha diante da cena.



Alice, Matt, Lena e Code pertencem a Society;
Greg e Mona pertencem a Incógnita;
Fábia, Marc, Rob, Uli (Camilla) e Otto pertencem a RE:Conspiração;
Cátia, Maria Helena e Fabrício pertencem a Hellhound Gang;
Lisa e Ícaro pertencem a Doodles and Sketches;
e todos eles pertencem a mim :D

Em nenhum outro blog a data de finados é um dia tão feliz. 
Aliás, eu não havia percebido que o blog faz aniversário no dia de finados até agora. 
Bom, que venham mais três, dez, trinta e três, infinitos anos.

Beijos, leitores meus :)